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Devíamos ter tempo para errar. Ter tempo para definir. Devíamos definir tempo. Devíamos definir erro. Parece que tudo se precipita. Que nunca nada faz parte de nós. Que estamos sempre dependentes de algum fator exterior que diz sim ou não ou gosto ou não gosto ou podes ou não podes. Esse é o mundo em que estamos. Não todos, claro. Precisamos de oficializar a inquietação. Tornar o erro democrático. Transformar a procura num direito inalienável. Precisamos de espaços descomplexados para falhar, para poder falhar. Poder falhar é assumir que estamos em encontro. Uma mostra que é mais encontro do que mostra. Uma mostra que também procura a sua forma. Que também falha. Que também se tenta situar. Que procura o seu tempo. Que procura os seus cruzamentos de tempo e de pessoas. Que se quer, acima de tudo, livre. Uma segunda edição já é um bocadinho de vida.
20 out 14h30
Oficina Consciência do Ator em Cena
21 e 22 out 13h30 + 16h00 23 out 20h00 24 out 15h00 + 20h00
Montra Viva (I, II, III e IV)
Performance-instalação de Tiago Miguel
Montra do Palácio do Bolhão
21 out 14h30
Se Podes Olhar Vê. Se Podes Ver Repara
Documentário de Rui Simões
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
22 out 14h30
My Stories Matter
Documentário de Paulo Castro e No Strings Attached Theatre of Disability
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
23 out 21h00
Há uma Sombra
Filme de Alejandro Pereyra
23 out
Já Perguntaste a Um Cavalo?
ensaio aberto de Raul Silva
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
24 out 16h00
Bolsa de Criação — Open Call (In)visível
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
24 out 21h00
O Fingidor
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
A entrada é livre, mediante lotação das salas, à exceção de O Fingidor, com bilhetes a 5€ e 3€ para estudantes da área artística.
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Devíamos ter tempo para errar. Ter tempo para definir. Devíamos definir tempo. Devíamos definir erro. Parece que tudo se precipita. Que nunca nada faz parte de nós. Que estamos sempre dependentes de algum fator exterior que diz sim ou não ou gosto ou não gosto ou podes ou não podes. Esse é o mundo em que estamos. Não todos, claro. Precisamos de oficializar a inquietação. Tornar o erro democrático. Transformar a procura num direito inalienável. Precisamos de espaços descomplexados para falhar, para poder falhar. Poder falhar é assumir que estamos em encontro. Uma mostra que é mais encontro do que mostra. Uma mostra que também procura a sua forma. Que também falha. Que também se tenta situar. Que procura o seu tempo. Que procura os seus cruzamentos de tempo e de pessoas. Que se quer, acima de tudo, livre. Uma segunda edição já é um bocadinho de vida.
20 out 14h30
Oficina Consciência do Ator em Cena
21 e 22 out 13h30 + 16h00 23 out 20h00 24 out 15h00 + 20h00
Montra Viva (I, II, III e IV)
Performance-instalação de Tiago Miguel
Montra do Palácio do Bolhão
21 out 14h30
Se Podes Olhar Vê. Se Podes Ver Repara
Documentário de Rui Simões
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
22 out 14h30
My Stories Matter
Documentário de Paulo Castro e No Strings Attached Theatre of Disability
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
23 out 21h00
Há uma Sombra
Filme de Alejandro Pereyra
23 out
Já Perguntaste a Um Cavalo?
ensaio aberto de Raul Silva
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
24 out 16h00
Bolsa de Criação — Open Call (In)visível
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
24 out 21h00
O Fingidor
Salão Nobre do Palácio do Bolhão
A entrada é livre, mediante lotação das salas, à exceção de O Fingidor, com bilhetes a 5€ e 3€ para estudantes da área artística.
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