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BABELL Colapso Silvestre Pestana
Colapso, de Silvestre Pestana
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BABELL Colapso Silvestre Pestana

Com uma prática artística que atravessa a performance, o vídeo, a fotografia e o digital, Silvestre Pestana constrói uma obra onde a poesia se expande para além da palavra. O corpo como linguagem, a imagem em movimento e os primeiros computadores tornam-se territórios de investigação, onde arte e tecnologia se cruzam tanto como campo formal quanto como espaço de reflexão crítica sobre as transformações sociais provocadas pelo progresso técnico.

Em Colapso, o artista apresenta uma instalação pensada para o espaço da Galeria Municipal do Porto que coreografa luz, arquitetura e linguagem. Regressando ao LED enquanto dispositivo emissor e signo cultural, explora a sua aparente obsolescência como metáfora de ruína e excesso tecnológico. A obra evoca a paisagem urbana através de símbolos visuais e textuais, reunindo ecos de trabalhos anteriores e ensaios de novas possibilidades poéticas. Entre invenção e crítica, Pestana reafirma a poesia experimental como ferramenta para interrogar o presente e a nossa relação com a promessa e o desgaste da tecnologia.

25
Jun
28
Jun
2026-06-25T10:51:51Z
2026-06-28T10:51:54Z
Galeria Municipal do Porto

10h00–18h45

Free

Jardins do Palácio de Cristal, R. de Dom Manuel II

Event from

BABELL
Free
Exhibition

Com uma prática artística que atravessa a performance, o vídeo, a fotografia e o digital, Silvestre Pestana constrói uma obra onde a poesia se expande para além da palavra. O corpo como linguagem, a imagem em movimento e os primeiros computadores tornam-se territórios de investigação, onde arte e tecnologia se cruzam tanto como campo formal quanto como espaço de reflexão crítica sobre as transformações sociais provocadas pelo progresso técnico.

Em Colapso, o artista apresenta uma instalação pensada para o espaço da Galeria Municipal do Porto que coreografa luz, arquitetura e linguagem. Regressando ao LED enquanto dispositivo emissor e signo cultural, explora a sua aparente obsolescência como metáfora de ruína e excesso tecnológico. A obra evoca a paisagem urbana através de símbolos visuais e textuais, reunindo ecos de trabalhos anteriores e ensaios de novas possibilidades poéticas. Entre invenção e crítica, Pestana reafirma a poesia experimental como ferramenta para interrogar o presente e a nossa relação com a promessa e o desgaste da tecnologia.

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