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Segundo a lenda, Xerazade propõe-se casar com o rei Xarir, conhecido por desposar uma mulher diferente todas as noites e mandar matá-la na manhã seguinte, mas evita a própria morte, contando-lhe histórias diferentes a cada noite e interrompendo sempre o relato num momento de suspense.
A proposta de Xerazade - ciclo de leituras encenadas é desafiarmos diferentes encenadoras a fazer uma residência na nossa morada e a descobrir, nas prateleiras da nossa Livraria, a história que querem contar para adiar a sua morte.
A segunda destas três criações apresenta-se durante duas semanas. Leonor W. Carretas, Beatriz Wellenkamp Carretas e Ana C. Fonseca compõem em conjunto Porque é que cresce o lírio? Um florilégio de coisas bonitas (para o amanhã).
Entre o que contamos e o que é, há um espaço que nos permite entrever o que desejamos que fosse. Leonor, Beatriz e Ana procuram, nas suas histórias, vislumbres de coisas bonitas para imaginar outro amanhã, um pouco mais claro. Este florilégio é também uma festa que não é, porque é uma leitura encenada, mas pode ser que depois seja.
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Segundo a lenda, Xerazade propõe-se casar com o rei Xarir, conhecido por desposar uma mulher diferente todas as noites e mandar matá-la na manhã seguinte, mas evita a própria morte, contando-lhe histórias diferentes a cada noite e interrompendo sempre o relato num momento de suspense.
A proposta de Xerazade - ciclo de leituras encenadas é desafiarmos diferentes encenadoras a fazer uma residência na nossa morada e a descobrir, nas prateleiras da nossa Livraria, a história que querem contar para adiar a sua morte.
A segunda destas três criações apresenta-se durante duas semanas. Leonor W. Carretas, Beatriz Wellenkamp Carretas e Ana C. Fonseca compõem em conjunto Porque é que cresce o lírio? Um florilégio de coisas bonitas (para o amanhã).
Entre o que contamos e o que é, há um espaço que nos permite entrever o que desejamos que fosse. Leonor, Beatriz e Ana procuram, nas suas histórias, vislumbres de coisas bonitas para imaginar outro amanhã, um pouco mais claro. Este florilégio é também uma festa que não é, porque é uma leitura encenada, mas pode ser que depois seja.
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