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Passados dois anos, Dullmea regressa às Noites no Pátio do Museu no dia 25 de julho, às 21h30, encerrando o festival, para nos oferecer as elegantes paisagens sonoras que são resultado da recomposição da sua voz por meios eletrónicos. Esta sua apresentação nas “Noites” tem como fio condutor figuras femininas, personagens históricas ou literárias cujos nomes ainda ressoam nos nossos tempos. Mas passemos a palavra a Dullmea:
“Assinalam-se dez anos de percurso Dullmea. O tempo surge como ponto de partida para uma reflexão. Partindo desse marco, o olhar recua não apenas sobre o caminho percorrido pelo projeto, mas mais longe ainda, através da história, e vai ter com outras vozes femininas, também elas com uma vertente solitária ou simplesmente figuras pioneiras que não tiveram quem lhes apontasse o caminho – o que, à sua maneira, também é um lugar solitário.
Jano é o nome do concerto que propõe a evocação de diferentes figuras femininas como um gesto de saudação musical e de reforço de uma irmandade que atravessa os séculos: a mulher que pergunta pelo seu amado às Ondas do Mar de Vigo; Dido que se lamenta com desarmante sinceridade; Hildegard von Bingen, com a sua intrepidez visionária…
Algumas destas mulheres chegaram até nós através de narrativas escritas por homens. Ainda assim, este concerto convoca-as, escuta-as e estende-lhes uma saudação musical feminina, trazendo-as para a irmandade do presente, onde as suas vozes continuam a ecoar e a encontrar novas ressonâncias.”
A entrada é livre.
Nota: a realização desta sessão ao ar livre está dependente das condições meteorológicas. Caso estas não sejam favoráveis, o evento poderá realizar-se no interior do edifício ou ser cancelado.
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Passados dois anos, Dullmea regressa às Noites no Pátio do Museu no dia 25 de julho, às 21h30, encerrando o festival, para nos oferecer as elegantes paisagens sonoras que são resultado da recomposição da sua voz por meios eletrónicos. Esta sua apresentação nas “Noites” tem como fio condutor figuras femininas, personagens históricas ou literárias cujos nomes ainda ressoam nos nossos tempos. Mas passemos a palavra a Dullmea:
“Assinalam-se dez anos de percurso Dullmea. O tempo surge como ponto de partida para uma reflexão. Partindo desse marco, o olhar recua não apenas sobre o caminho percorrido pelo projeto, mas mais longe ainda, através da história, e vai ter com outras vozes femininas, também elas com uma vertente solitária ou simplesmente figuras pioneiras que não tiveram quem lhes apontasse o caminho – o que, à sua maneira, também é um lugar solitário.
Jano é o nome do concerto que propõe a evocação de diferentes figuras femininas como um gesto de saudação musical e de reforço de uma irmandade que atravessa os séculos: a mulher que pergunta pelo seu amado às Ondas do Mar de Vigo; Dido que se lamenta com desarmante sinceridade; Hildegard von Bingen, com a sua intrepidez visionária…
Algumas destas mulheres chegaram até nós através de narrativas escritas por homens. Ainda assim, este concerto convoca-as, escuta-as e estende-lhes uma saudação musical feminina, trazendo-as para a irmandade do presente, onde as suas vozes continuam a ecoar e a encontrar novas ressonâncias.”
A entrada é livre.
Nota: a realização desta sessão ao ar livre está dependente das condições meteorológicas. Caso estas não sejam favoráveis, o evento poderá realizar-se no interior do edifício ou ser cancelado.
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