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Há 120 anos nascia, em Alegrete, no Rio Grande do Sul, o poeta Mário Quintana.
É dele a afirmação: “A poesia é lição de leitura e é hora de recreio”.
Com pouco mais de trinta anos, o poeta que se declarou chamado pela “inquieta voz do vento”, publicou o seu primeiro livro de poesia A Rua dos Cataventos.
Poeta do quotidiano e das coisas singelas, mas também do amor e do tempo, Quintana verteu em versos laboriosamente construídos essa simplicidade que assiste aos grandes génios. Numa entrevista de Elias Fajardo da Fonseca, publicada na Revista do Brasil, declarou: “Mas é uma barbaridade o que a gente tem de lutar com as palavras, para obrigar as palavras a dizerem o que a gente quer. A simplicidade é uma das conquistas mais difíceis do mundo.”
Entre 1968 e 1980 viveu no Hotel Majestic, edifício que hoje em dia alberga a Casa de Cultura Mário Quintana, tendo recebido, nesse mesmo ano, o Prémio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras.
A sua escrita é caracterizada pelo humor e pela ironia, mas também pela ternura, instrumentos de que deita mão para percorrer o amplo espaço entre a materialidade do dia-a-dia e a transcendência do divino e do sobrenatural.
No dia 21, terceira 3ª-feira do mês de Julho que o viu nascer, o Colectivo de Poesia reunirá no pátio do Museu da Reitoria da Universidade do Porto, para fazer justiça aos seus versos:
“Eu faço versos como os saltimbancos
Desconjuntam os ossos doloridos.
A entrada é livre para os conhecidos…”
… para os desconhecidos também.”
A entrada é livre.
Nota: a realização desta sessão ao ar livre está dependente das condições meteorológicas. Caso estas não sejam favoráveis, o evento poderá realizar-se no interior do edifício ou ser cancelado.
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Há 120 anos nascia, em Alegrete, no Rio Grande do Sul, o poeta Mário Quintana.
É dele a afirmação: “A poesia é lição de leitura e é hora de recreio”.
Com pouco mais de trinta anos, o poeta que se declarou chamado pela “inquieta voz do vento”, publicou o seu primeiro livro de poesia A Rua dos Cataventos.
Poeta do quotidiano e das coisas singelas, mas também do amor e do tempo, Quintana verteu em versos laboriosamente construídos essa simplicidade que assiste aos grandes génios. Numa entrevista de Elias Fajardo da Fonseca, publicada na Revista do Brasil, declarou: “Mas é uma barbaridade o que a gente tem de lutar com as palavras, para obrigar as palavras a dizerem o que a gente quer. A simplicidade é uma das conquistas mais difíceis do mundo.”
Entre 1968 e 1980 viveu no Hotel Majestic, edifício que hoje em dia alberga a Casa de Cultura Mário Quintana, tendo recebido, nesse mesmo ano, o Prémio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras.
A sua escrita é caracterizada pelo humor e pela ironia, mas também pela ternura, instrumentos de que deita mão para percorrer o amplo espaço entre a materialidade do dia-a-dia e a transcendência do divino e do sobrenatural.
No dia 21, terceira 3ª-feira do mês de Julho que o viu nascer, o Colectivo de Poesia reunirá no pátio do Museu da Reitoria da Universidade do Porto, para fazer justiça aos seus versos:
“Eu faço versos como os saltimbancos
Desconjuntam os ossos doloridos.
A entrada é livre para os conhecidos…”
… para os desconhecidos também.”
A entrada é livre.
Nota: a realização desta sessão ao ar livre está dependente das condições meteorológicas. Caso estas não sejam favoráveis, o evento poderá realizar-se no interior do edifício ou ser cancelado.
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