Se acham que sabem o que é mau gosto, ainda não viram SLEEPAWAY CAMP, um dos slashers mais problemáticos a surgir da fornada norte-americana dos anos 1980, e com um final absolutamente imprevisível.
Após um trágico acidente familiar, a jovem Angela chega a um campo de férias acompanhada pelo primo, num ambiente onde a convivência adolescente, as hierarquias informais e a crueldade quotidiana rapidamente ganham contornos hostis. Quando uma série de mortes começa a assombrar o local, o filme desloca o foco do mistério para a sensação persistente de desconforto que atravessa todo aquele ambiente.
Hoje, o filme é revisitado não apenas como um produto do seu tempo, mas como um objecto singular e incómodo, cuja estranheza continua a desafiar o espectador e a reconfigurar o lugar do slasher no imaginário colectivo.
Se acham que sabem o que é mau gosto, ainda não viram SLEEPAWAY CAMP, um dos slashers mais problemáticos a surgir da fornada norte-americana dos anos 1980, e com um final absolutamente imprevisível.
Após um trágico acidente familiar, a jovem Angela chega a um campo de férias acompanhada pelo primo, num ambiente onde a convivência adolescente, as hierarquias informais e a crueldade quotidiana rapidamente ganham contornos hostis. Quando uma série de mortes começa a assombrar o local, o filme desloca o foco do mistério para a sensação persistente de desconforto que atravessa todo aquele ambiente.
Hoje, o filme é revisitado não apenas como um produto do seu tempo, mas como um objecto singular e incómodo, cuja estranheza continua a desafiar o espectador e a reconfigurar o lugar do slasher no imaginário colectivo.