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16 JUN | MEMÓRIA
Do litoral à memória afetiva, o mar surge como espaço emocional, paisagem e território de observação.
SUAVE MAR, de Sara N. Santos | Doc ficção | 15’00 | 2025
Um homem recorda a mãe. Ela costumava falar-lhe de um lugar mítico, a praia. Em Suave Mar, o banheiro mergulhava as crianças nas ondas entre gritos e gargalhadas, as rendas e os fatos de banho estavam na moda e as pessoas pediam ao mar para viverem para sempre.
Enquanto isso, o fotógrafo percorria o areal na tentativa de registar uma sociedade à beira da decadência.
A VER O MAR, de Ana Oliveira e André Puertas | Doc | 25’00 | 2017
O título deste documentário joga com o nome da localidade onde decorre a ação, A Ver-o-Mar, e a prática que é retratada: pessoas que passam longos períodos de tempo dentro de um automóvel a observar o mar e as pessoas que passeiam naquela marginal. Este é afinal um hábito partilhado entre diferentes gerações, entre diferentes casais, que aproveitam aqueles momentos para consolidar a sua intimidade, em gestos que se repetem e que o filme revela como naturais. O filme intromete-se nas conversas e cria uma relação de cumplicidade com as pessoas que filma, que vão ampliando as histórias que inventam para passar o tempo.
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16 JUN | MEMÓRIA
Do litoral à memória afetiva, o mar surge como espaço emocional, paisagem e território de observação.
SUAVE MAR, de Sara N. Santos | Doc ficção | 15’00 | 2025
Um homem recorda a mãe. Ela costumava falar-lhe de um lugar mítico, a praia. Em Suave Mar, o banheiro mergulhava as crianças nas ondas entre gritos e gargalhadas, as rendas e os fatos de banho estavam na moda e as pessoas pediam ao mar para viverem para sempre.
Enquanto isso, o fotógrafo percorria o areal na tentativa de registar uma sociedade à beira da decadência.
A VER O MAR, de Ana Oliveira e André Puertas | Doc | 25’00 | 2017
O título deste documentário joga com o nome da localidade onde decorre a ação, A Ver-o-Mar, e a prática que é retratada: pessoas que passam longos períodos de tempo dentro de um automóvel a observar o mar e as pessoas que passeiam naquela marginal. Este é afinal um hábito partilhado entre diferentes gerações, entre diferentes casais, que aproveitam aqueles momentos para consolidar a sua intimidade, em gestos que se repetem e que o filme revela como naturais. O filme intromete-se nas conversas e cria uma relação de cumplicidade com as pessoas que filma, que vão ampliando as histórias que inventam para passar o tempo.
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