O indivíduo, em diálogo com a hipótese de si, encontra-se em conflito entre a vingança e o perdão. Uma conversa intergeracional evoca uma transfiguração: um arquétipo de uno, com possibilidade de viajar no seu próprio tempo, de se recolocar diante da intersecção das suas escolhas.
“Perpendicular Perdão” inscreve-se no universo do projeto Do Acaso, assumindo a forma de um filme-concerto onde música e imagem coexistem num mesmo gesto artístico. Com Rui Spranger e Vasco Fernandes na tela, textos de Sofia Teixeira e direção de fotografia de Jorge Pinto, a imagem serviu como base programática para a composição cujo movimento desloca, amplia e por vezes contradiz a narrativa, num campo comum onde som e imagem convidam o espectador à reflexão.
A obra constrói-se a partir de um gesto coletivo que preserva a individualidade - cada compositor desenvolve autonomamente uma secção, delimitando um território próprio dentro do conjunto - onde o feedback coletivo surpreende alimenta o drive criativo e os fragmentos que se cruzam, se desviam e, também se reconhecem.
Nas vozes, Joana Raquel e Sofia Sá, nos sopros, João Pedro Dias (trompete), Pedro Luís Simões Matos (saxofone tenor) e André Ramalhais (trombone) e na secção rítmica, Tiago Baptista (vibrafone), Catarina Rodrigues (piano e sintetizadores), Sara Santos Ribeiro (contrabaixo) e Zé Stark (bateria). “Perpendicular Perdão” projeta-se sobre um mundo marcado por tensões crescentes propondo um caminho alternativo, a possibilidade de transformação dessas forças.
Texto - Sofia Teixeira Direção de Fotografia - Jorge Pinto Interpretação - Rui Spranger Voz - Joana Raquel, Sofia Sá Trompete - João Pedro Dias Saxofone Tenor - Pedro Luís Simões Matos Trombone - André Ramalhais Vibrafone - Tiago de Figueiredo Baptista Piano e Sintetizadores - Catarina Rodrigues Contrabaixo - Sara Santos Ribeiro Bateria - Zé Afonso “Stark”
O indivíduo, em diálogo com a hipótese de si, encontra-se em conflito entre a vingança e o perdão. Uma conversa intergeracional evoca uma transfiguração: um arquétipo de uno, com possibilidade de viajar no seu próprio tempo, de se recolocar diante da intersecção das suas escolhas.
“Perpendicular Perdão” inscreve-se no universo do projeto Do Acaso, assumindo a forma de um filme-concerto onde música e imagem coexistem num mesmo gesto artístico. Com Rui Spranger e Vasco Fernandes na tela, textos de Sofia Teixeira e direção de fotografia de Jorge Pinto, a imagem serviu como base programática para a composição cujo movimento desloca, amplia e por vezes contradiz a narrativa, num campo comum onde som e imagem convidam o espectador à reflexão.
A obra constrói-se a partir de um gesto coletivo que preserva a individualidade - cada compositor desenvolve autonomamente uma secção, delimitando um território próprio dentro do conjunto - onde o feedback coletivo surpreende alimenta o drive criativo e os fragmentos que se cruzam, se desviam e, também se reconhecem.
Nas vozes, Joana Raquel e Sofia Sá, nos sopros, João Pedro Dias (trompete), Pedro Luís Simões Matos (saxofone tenor) e André Ramalhais (trombone) e na secção rítmica, Tiago Baptista (vibrafone), Catarina Rodrigues (piano e sintetizadores), Sara Santos Ribeiro (contrabaixo) e Zé Stark (bateria). “Perpendicular Perdão” projeta-se sobre um mundo marcado por tensões crescentes propondo um caminho alternativo, a possibilidade de transformação dessas forças.
Texto - Sofia Teixeira Direção de Fotografia - Jorge Pinto Interpretação - Rui Spranger Voz - Joana Raquel, Sofia Sá Trompete - João Pedro Dias Saxofone Tenor - Pedro Luís Simões Matos Trombone - André Ramalhais Vibrafone - Tiago de Figueiredo Baptista Piano e Sintetizadores - Catarina Rodrigues Contrabaixo - Sara Santos Ribeiro Bateria - Zé Afonso “Stark”