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Colinas + The Youths
Colinas + The Youths
Concerto duplo
Colinas + The Youths

De uma fenda no tempo nasceu COLINAS — uma máquina de ruído forjada no calor de cassetes vhs e de descontentamento sónico. João, Pedro e Cláudio são o trio que conduz essa impiedosa desordem aparente, por entre cordas, baquetas e pedais. COLINAS faz música inspirada no niilismo dos anos 90, dedica-se à cacofonia do noise rock, à urgência punk e ao maquinal pulsar da eletrónica. Ao vivo, é tudo isso e mais.

Formados em 2006, os The Youths lançaram o seu primeiro disco homónimo com uma abordagem crua e visceral, próximo do garage punk. O álbum foi elogiado por publicações essenciais do género, como a Maximum Rock’n’Roll, que o descreveu como "rápido, inteligentemente raivoso e feito da forma certa". Editado pela Criminal IQ — label de referência na cena no-wave/punk de Chicago— o disco abriu caminho para "Generationless", um trabalho que capturava o desencanto da banda com a Lisboa da época. Com estes discos tocaram em palcos em Portugal, Espanha e Alemanha. Após um longo hiato, os The Youths regressaram com dois novo singles explosivos: “Red Alert” e "Taking Back", reafirmando a sua sonoridade crua e incisiva. A banda voltou às composições originais depois de "Generationless", prontos para retomar lançamentos regulares. Estrearam-se no regresso com um concerto no Vortex, ao lado das parisienses Alvilda, um dos grandes nomes da cena punk internacional actual. Esta nova fase traz também duas novidade: a entrada de Tony Coelho, que já se destaca na banda de post-punk Rival Clubs, e de Fernando Chovich, que fez parte em São Paulo do super-grupo punk B.U.S.H. e que toca actualmente com Grand Wreck. Estas novas forças já estão a expandir a dinâmica sonora do grupo, o que dá para testemunhar com as novas músicas que já apresentam ao vivo. De resto, o espírito continua o mesmo: música direta, urgente e feroz, inspirada no punk hardcore que lhes valeu um estatuto de culto. Entre estúdio e palco, prometem continuar a sua trajetória sem concessões, fiéis à filosofia que os tornou uma referência na cena underground portuguesa.

30
Apr
2026-04-30T22:00:00Z
2026-04-30T00:00:00Z
RCA - Radioclube Agramonte / Espaço Agra
22:00

+Cal

10€ (pré-venda: 8€)
16+
R. João Martins Branco, 180

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Colinas + The Youths
Concert

De uma fenda no tempo nasceu COLINAS — uma máquina de ruído forjada no calor de cassetes vhs e de descontentamento sónico. João, Pedro e Cláudio são o trio que conduz essa impiedosa desordem aparente, por entre cordas, baquetas e pedais. COLINAS faz música inspirada no niilismo dos anos 90, dedica-se à cacofonia do noise rock, à urgência punk e ao maquinal pulsar da eletrónica. Ao vivo, é tudo isso e mais.

Formados em 2006, os The Youths lançaram o seu primeiro disco homónimo com uma abordagem crua e visceral, próximo do garage punk. O álbum foi elogiado por publicações essenciais do género, como a Maximum Rock’n’Roll, que o descreveu como "rápido, inteligentemente raivoso e feito da forma certa". Editado pela Criminal IQ — label de referência na cena no-wave/punk de Chicago— o disco abriu caminho para "Generationless", um trabalho que capturava o desencanto da banda com a Lisboa da época. Com estes discos tocaram em palcos em Portugal, Espanha e Alemanha. Após um longo hiato, os The Youths regressaram com dois novo singles explosivos: “Red Alert” e "Taking Back", reafirmando a sua sonoridade crua e incisiva. A banda voltou às composições originais depois de "Generationless", prontos para retomar lançamentos regulares. Estrearam-se no regresso com um concerto no Vortex, ao lado das parisienses Alvilda, um dos grandes nomes da cena punk internacional actual. Esta nova fase traz também duas novidade: a entrada de Tony Coelho, que já se destaca na banda de post-punk Rival Clubs, e de Fernando Chovich, que fez parte em São Paulo do super-grupo punk B.U.S.H. e que toca actualmente com Grand Wreck. Estas novas forças já estão a expandir a dinâmica sonora do grupo, o que dá para testemunhar com as novas músicas que já apresentam ao vivo. De resto, o espírito continua o mesmo: música direta, urgente e feroz, inspirada no punk hardcore que lhes valeu um estatuto de culto. Entre estúdio e palco, prometem continuar a sua trajetória sem concessões, fiéis à filosofia que os tornou uma referência na cena underground portuguesa.

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