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![[Serralves] - O QUINTO IMPÉRIO - ONTEM COMO HOJE](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/32-o-quinto-imperio_pedro-crispim.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - O QUINTO IMPÉRIO - ONTEM COMO HOJE](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/32-o-quinto-imperio_pedro-crispim.jpg?fit=fill&w=1400)
Trigésima primeira sessão do ciclo de cinema Manoel de Oliveira e o Cinema Português 3, paralelo à terceira parte da exposição com o mesmo nome. A sessão contará com a projeção do filme "O Quinto Império - Ontem como Hoje" (2004) de Manoel de Oliveira, com apresentação do professor e investigador Paulo Cunha.
Este filme a que dou o titulo de O QUINTO IMPÉRIO - ONTEM COMO HOJE baseia-se na peça teatral EL-REI SEBASTIÃO, de José Régio. José Régio (1900 a 1968) foi critico, poeta, dramaturgo, romancista e ensaísta, figura cimeira do seu tempo e de hoje, segundo uma sua própria declaração, pretendeu analisar o Rei, o Homem e a mítica personagem. O rei Sebastião, depois da estrondosa derrota na Batalha de Alcacer-kibir (1578), mais conhecida pela Batalha dos Três Reis, e por jamais ter sido identificado o seu corpo após a batalha, se tornou no mito do encoberto ele que fora antes o desejado e o destinatário ao mito. Mito, aliás cantado e exaltado nos sermões do Padre António Vieira (Século VII), pelo filósofo Sampaio Bruno, (Século XIX) e no (Século XX) pelo poeta Fernando Pessoa, e pelo filósofo José Marinho, entre outros escritores e psicólogos portugueses, como ainda por estudiosos estrangeiros. Curiosamente, este mito também faz parte da mitologia muçulmana com a mesma nomenclatura do encoberto e, tal como o rei Sebastião, é suposto vir a acontecer o mesmo com o íman muçulmano (o da décima segunda geração) cuja crença comum é a de que virá num cavalo branco, em uma manhã de nevoeiro para derrubar definitivamente o mal do mundo e estabelecer a concórdia entre os povos. (Manoel de Oliveira)
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Trigésima primeira sessão do ciclo de cinema Manoel de Oliveira e o Cinema Português 3, paralelo à terceira parte da exposição com o mesmo nome. A sessão contará com a projeção do filme "O Quinto Império - Ontem como Hoje" (2004) de Manoel de Oliveira, com apresentação do professor e investigador Paulo Cunha.
Este filme a que dou o titulo de O QUINTO IMPÉRIO - ONTEM COMO HOJE baseia-se na peça teatral EL-REI SEBASTIÃO, de José Régio. José Régio (1900 a 1968) foi critico, poeta, dramaturgo, romancista e ensaísta, figura cimeira do seu tempo e de hoje, segundo uma sua própria declaração, pretendeu analisar o Rei, o Homem e a mítica personagem. O rei Sebastião, depois da estrondosa derrota na Batalha de Alcacer-kibir (1578), mais conhecida pela Batalha dos Três Reis, e por jamais ter sido identificado o seu corpo após a batalha, se tornou no mito do encoberto ele que fora antes o desejado e o destinatário ao mito. Mito, aliás cantado e exaltado nos sermões do Padre António Vieira (Século VII), pelo filósofo Sampaio Bruno, (Século XIX) e no (Século XX) pelo poeta Fernando Pessoa, e pelo filósofo José Marinho, entre outros escritores e psicólogos portugueses, como ainda por estudiosos estrangeiros. Curiosamente, este mito também faz parte da mitologia muçulmana com a mesma nomenclatura do encoberto e, tal como o rei Sebastião, é suposto vir a acontecer o mesmo com o íman muçulmano (o da décima segunda geração) cuja crença comum é a de que virá num cavalo branco, em uma manhã de nevoeiro para derrubar definitivamente o mal do mundo e estabelecer a concórdia entre os povos. (Manoel de Oliveira)
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