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O TEP – Teatro Experimental do Porto e a companhia brasileira de teatro estão em Festa. Separadas e unidas por um oceano, as companhias abraçam esta criação coletiva e afirmam um espaço de liberdade. O trajeto de ambas sempre se regeu pelo questionamento das curvas das suas histórias. Em 2024, juntámo-nos ao TEP n’As grandes comemorações quase oficiais do período histórico habitualmente conhecido como PREC (Processo Revolucionário em Curso); nesse mesmo ano, a companhia brasileira de teatro deixava-nos Sem Palavras, um espetáculo dirigido por Marcio Abreu, que abordava as “vertiginosas transformações das sociedades contemporâneas”. Em Festa, ativam agora um campo comum de perguntas e desejos sobre como habitar os sentidos da vida num mundo em estilhaços. Lugar de alianças, de reafirmação de valores como a igualdade e a diversidade, a festa pode também tornar-se num campo de disputa. Mas, nesta Festa, é o próprio ato de celebrar que desde logo se celebra, porque, para além de abrir espaço para o lúdico, “carrega o potencial de nos mobilizar em torno de ideais compartilhados e de gerar uma sensação de comunidade”.
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O TEP – Teatro Experimental do Porto e a companhia brasileira de teatro estão em Festa. Separadas e unidas por um oceano, as companhias abraçam esta criação coletiva e afirmam um espaço de liberdade. O trajeto de ambas sempre se regeu pelo questionamento das curvas das suas histórias. Em 2024, juntámo-nos ao TEP n’As grandes comemorações quase oficiais do período histórico habitualmente conhecido como PREC (Processo Revolucionário em Curso); nesse mesmo ano, a companhia brasileira de teatro deixava-nos Sem Palavras, um espetáculo dirigido por Marcio Abreu, que abordava as “vertiginosas transformações das sociedades contemporâneas”. Em Festa, ativam agora um campo comum de perguntas e desejos sobre como habitar os sentidos da vida num mundo em estilhaços. Lugar de alianças, de reafirmação de valores como a igualdade e a diversidade, a festa pode também tornar-se num campo de disputa. Mas, nesta Festa, é o próprio ato de celebrar que desde logo se celebra, porque, para além de abrir espaço para o lúdico, “carrega o potencial de nos mobilizar em torno de ideais compartilhados e de gerar uma sensação de comunidade”.
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