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O Coliseu Porto Ageas e o Teatro Nacional de São Carlos unem-se para apresentar no Porto duas obras marcantes de Giacomo Puccini. Dia 27 de junho, sobem ao palco a tragédia de “Suor Angelica” e a pungente comicidade de “Gianni Schicchi”, respetivamente a segunda e terceira partes de “Il Trittico” (1918), a trilogia operática do grande compositor italiano.
Duas visões contrastantes da condição humana, magistralmente musicadas por Puccini: em “Suor Angelica”, escutam-se apenas vozes femininas, numa escrita vocal e orquestral de intensa carga emocional – como a ária «Senza mamma, o bimbo, tu sei morto», envolta numa orquestração de requinte.
Já em “Gianni Schicchi”, destaque-se a mais famosa e enternecedora “birra” da história da ópera, a ária «O mio babbino caro». São duas obras que, em tom e forma distintos, celebram a universalidade da experiência humana.
Um espetáculo grandioso a não perder, com um talentoso elenco, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Renato Balsadonna. Encenação de Carmine De Amicis.
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O Coliseu Porto Ageas e o Teatro Nacional de São Carlos unem-se para apresentar no Porto duas obras marcantes de Giacomo Puccini. Dia 27 de junho, sobem ao palco a tragédia de “Suor Angelica” e a pungente comicidade de “Gianni Schicchi”, respetivamente a segunda e terceira partes de “Il Trittico” (1918), a trilogia operática do grande compositor italiano.
Duas visões contrastantes da condição humana, magistralmente musicadas por Puccini: em “Suor Angelica”, escutam-se apenas vozes femininas, numa escrita vocal e orquestral de intensa carga emocional – como a ária «Senza mamma, o bimbo, tu sei morto», envolta numa orquestração de requinte.
Já em “Gianni Schicchi”, destaque-se a mais famosa e enternecedora “birra” da história da ópera, a ária «O mio babbino caro». São duas obras que, em tom e forma distintos, celebram a universalidade da experiência humana.
Um espetáculo grandioso a não perder, com um talentoso elenco, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Renato Balsadonna. Encenação de Carmine De Amicis.
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