Depois de ter redefinido os limites do cinema nos anos 70 com "El Topo" e "The Holy Mountain", Alejandro Jodorowsky regressou em 1989 com "Santa Sangre", um filme que muitos consideram o seu verdadeiro testamento artístico. Descrito como visionário e profundamente perturbador, este clássico moderno condensa tudo o que tornou o cineasta numa figura única: a fusão ritualística entre espiritualidade, violência e beleza.
A partir da história de um antigo artista de circo marcado por um trauma irreparável, Jodorowsky constrói uma experiência sensorial onde o horror se confunde com melodrama e o amor com a destruição. Mais do que contar uma história, "Santa Sangre" convoca imagens e símbolos que operam a um nível quase inconsciente, criando um filme que se sente tanto quanto se compreende. Um regresso filmado com a liberdade de um autor que nunca pediu licença e que permanece, décadas depois, como uma das obras mais intensas e inesquecíveis do cinema de culto.
Depois de ter redefinido os limites do cinema nos anos 70 com "El Topo" e "The Holy Mountain", Alejandro Jodorowsky regressou em 1989 com "Santa Sangre", um filme que muitos consideram o seu verdadeiro testamento artístico. Descrito como visionário e profundamente perturbador, este clássico moderno condensa tudo o que tornou o cineasta numa figura única: a fusão ritualística entre espiritualidade, violência e beleza.
A partir da história de um antigo artista de circo marcado por um trauma irreparável, Jodorowsky constrói uma experiência sensorial onde o horror se confunde com melodrama e o amor com a destruição. Mais do que contar uma história, "Santa Sangre" convoca imagens e símbolos que operam a um nível quase inconsciente, criando um filme que se sente tanto quanto se compreende. Um regresso filmado com a liberdade de um autor que nunca pediu licença e que permanece, décadas depois, como uma das obras mais intensas e inesquecíveis do cinema de culto.