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Sábado, 18 de Abril, às 21h00
No âmbito da programação OPERAÇÃO ABRIL do TÚNEL
Quando Ainda Gostávamos Todos Uns dos Outros acompanha um casal em viagem. Vão para longe. Para muito longe. Ou, pelo menos, dizem que vão. No caminho, mudam-lhes os planos. A partir daí, as coisas não avançam exatamente para a frente. Avançam para trás, para dentro, para os lados, como um caranguejo. Entre violências infantis, convicções inabaláveis e uma música que insiste em tocar como um mosquito a zumbir no deserto, esta história (sim, isto é só uma história) constrói-se enquanto se contradiz. Sem heróis ou protagonistas. Só miseráveis e terroristas. E, assim, coloca frente a frente duas forças difíceis de conciliar: a vontade de mudança e a apatia instalada. E fica a olhar lá para fora, a tentar perceber o que foi, o que poderia ter sido e o que poderá vir a ser.
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Encenação: Tomé Nunes Pinto
Assistência de Encenação: Filipe Correia
Texto: Inês Sincero e Tomé Nunes Pinto
Interpretação: Henrique Rainho, Inês Sincero, Joana Cruz, Rodrigo Festas e Tomé Nunes Pinto
Cenografia: Filipe Tootill
Figurinos: Catarina Chora
Desenho de Luz: Henrique Costa
Sonoplastia: Miguel Serrão Pereira
Música: Joana Cruz
Produção e Comunicação: Inês Sincero
Uma produção NAVIO: Núcleo Artístico de Vontades Inusitadas e Outras
RESERVAS: companhia.navio@gmail.com
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Sábado, 18 de Abril, às 21h00
No âmbito da programação OPERAÇÃO ABRIL do TÚNEL
Quando Ainda Gostávamos Todos Uns dos Outros acompanha um casal em viagem. Vão para longe. Para muito longe. Ou, pelo menos, dizem que vão. No caminho, mudam-lhes os planos. A partir daí, as coisas não avançam exatamente para a frente. Avançam para trás, para dentro, para os lados, como um caranguejo. Entre violências infantis, convicções inabaláveis e uma música que insiste em tocar como um mosquito a zumbir no deserto, esta história (sim, isto é só uma história) constrói-se enquanto se contradiz. Sem heróis ou protagonistas. Só miseráveis e terroristas. E, assim, coloca frente a frente duas forças difíceis de conciliar: a vontade de mudança e a apatia instalada. E fica a olhar lá para fora, a tentar perceber o que foi, o que poderia ter sido e o que poderá vir a ser.
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Encenação: Tomé Nunes Pinto
Assistência de Encenação: Filipe Correia
Texto: Inês Sincero e Tomé Nunes Pinto
Interpretação: Henrique Rainho, Inês Sincero, Joana Cruz, Rodrigo Festas e Tomé Nunes Pinto
Cenografia: Filipe Tootill
Figurinos: Catarina Chora
Desenho de Luz: Henrique Costa
Sonoplastia: Miguel Serrão Pereira
Música: Joana Cruz
Produção e Comunicação: Inês Sincero
Uma produção NAVIO: Núcleo Artístico de Vontades Inusitadas e Outras
RESERVAS: companhia.navio@gmail.com
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