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Esta caminhada sonora convida os participantes a abrandar e a escutar com a floresta. Através de exercícios de atenção guiada, dispositivos simples de escuta e momentos de silêncio, exploraremos o Monte da Ervilha como um ambiente acústico vivo, moldado por presenças humanas e mais-que-humanas.
Mais do que recolher sons, a proposta centra-se na afinação da perceção: escutar com o corpo, notar vibrações subtis, ritmos e ressonâncias que frequentemente passam despercebidos. A sessão alternará entre caminhar, parar e escuta partilhada, criando espaço para refletir sobre a forma como o som nos liga ao lugar, à materialidade e à ecologia.
Não é necessária experiência prévia — apenas curiosidade e disponibilidade para escutar.
*a atividade será orientada em inglês
**Teremos alguns equipamentos disponíveis, mas se possível convidamos também a que, além de headphones e smartphone (para instalar app gratuita), tragam dispositivos de escuta ou gravação que gostariam de experimentar sob orientação do Wouter, como por exemplo: gravadores, pequenos rádios, antenas, walkmans, microfones ou memo recorders.
Atividade gratuita sujeita a inscrição, validada após o pagamento de uma caução de 3€ que será, posteriormente, devolvida.
Sobre o artista:
Wouter Jaspers é um artista sonoro eletroacústico, compositor e criador de instrumentos (eletrónicos) que aproveita a sua intensa agenda de digressões para reunir um arquivo de gravações de campo e ruídos, onde as qualidades narrativas do som se tornam catalisadores de abismos musicais sombrios e aventuras ensurdecedoras. Ativo nas margens do underground eletrónico há mais de 20 anos, Jaspers grava e apresenta música sob o seu próprio nome, mas também como Franz Fjödor, Das Gezicht, A Cryptic Mantra e muitos outros. Nos últimos cinco anos, tem-se concentrado na composição e na performance com ondas de rádio brutas e gravações de campo, para as quais desenvolve os seus próprios instrumentos e fluxo de trabalho.
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Esta caminhada sonora convida os participantes a abrandar e a escutar com a floresta. Através de exercícios de atenção guiada, dispositivos simples de escuta e momentos de silêncio, exploraremos o Monte da Ervilha como um ambiente acústico vivo, moldado por presenças humanas e mais-que-humanas.
Mais do que recolher sons, a proposta centra-se na afinação da perceção: escutar com o corpo, notar vibrações subtis, ritmos e ressonâncias que frequentemente passam despercebidos. A sessão alternará entre caminhar, parar e escuta partilhada, criando espaço para refletir sobre a forma como o som nos liga ao lugar, à materialidade e à ecologia.
Não é necessária experiência prévia — apenas curiosidade e disponibilidade para escutar.
*a atividade será orientada em inglês
**Teremos alguns equipamentos disponíveis, mas se possível convidamos também a que, além de headphones e smartphone (para instalar app gratuita), tragam dispositivos de escuta ou gravação que gostariam de experimentar sob orientação do Wouter, como por exemplo: gravadores, pequenos rádios, antenas, walkmans, microfones ou memo recorders.
Atividade gratuita sujeita a inscrição, validada após o pagamento de uma caução de 3€ que será, posteriormente, devolvida.
Sobre o artista:
Wouter Jaspers é um artista sonoro eletroacústico, compositor e criador de instrumentos (eletrónicos) que aproveita a sua intensa agenda de digressões para reunir um arquivo de gravações de campo e ruídos, onde as qualidades narrativas do som se tornam catalisadores de abismos musicais sombrios e aventuras ensurdecedoras. Ativo nas margens do underground eletrónico há mais de 20 anos, Jaspers grava e apresenta música sob o seu próprio nome, mas também como Franz Fjödor, Das Gezicht, A Cryptic Mantra e muitos outros. Nos últimos cinco anos, tem-se concentrado na composição e na performance com ondas de rádio brutas e gravações de campo, para as quais desenvolve os seus próprios instrumentos e fluxo de trabalho.
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