Um encontro entre o real e o fabulado a partir do símbolo da Casa
Esta exposição é o resultado de oito meses de encontros e criação contínua nos Albergues do Porto, no âmbito da Oficina QualquerCoisa — uma prática aberta à escuta, à partilha e ao indeterminado, onde artistas residentes acompanharam e mediaram o que os participantes faziam emergir.
Deste processo nasceram os Alter-Egos: figurações poéticas de gestos, memórias e imaginários, transpostas para a encenação da curta-metragem Odisseia. Criaturas e seres fabulares habitam uma cosmogonia que orbita em torno do símbolo da Casa — um espaço de origem, abrigo e memória que serve de metáfora aos próprios Albergues do Porto.
Entre o real e o fabulado, a exposição propõe uma reflexão central: o que se torna visível quando uma vida deixa, por instantes, de ser definida pelas suas circunstâncias? Mais do que afastar estas figuras da condição humana, a mostra procura restituir-lhes a singularidade, a dignidade e o valor sagrado que habitam cada existência.
Esta exposição é o resultado de oito meses de encontros e criação contínua nos Albergues do Porto, no âmbito da Oficina QualquerCoisa — uma prática aberta à escuta, à partilha e ao indeterminado, onde artistas residentes acompanharam e mediaram o que os participantes faziam emergir.
Deste processo nasceram os Alter-Egos: figurações poéticas de gestos, memórias e imaginários, transpostas para a encenação da curta-metragem Odisseia. Criaturas e seres fabulares habitam uma cosmogonia que orbita em torno do símbolo da Casa — um espaço de origem, abrigo e memória que serve de metáfora aos próprios Albergues do Porto.
Entre o real e o fabulado, a exposição propõe uma reflexão central: o que se torna visível quando uma vida deixa, por instantes, de ser definida pelas suas circunstâncias? Mais do que afastar estas figuras da condição humana, a mostra procura restituir-lhes a singularidade, a dignidade e o valor sagrado que habitam cada existência.