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Depois de terem atuado na Piscina no passado mês de julho, Arianna Casellas (Melífluo) e Kauê Gindri estreiam-se no Estúdio Zero. Vindos de Caracas e Porto Alegre, respetivamente, encontraram na cidade do Porto um ponto de convergência e o berço para Montes, a dupla que formam juntos desde 2020. No ano seguinte, surgiu a estreia em disco pela mão da Lovers & Lollypops, com Vozes Antenas Fragas, um trabalho dividido em quatro partes contínuas ao longo de uma hora, que vai reproduzindo passagens voláteis, espontâneas e repletas de dualidades, cruzando todo um espetro temporal, espacial e de diferentes tradições culturais. Tendo também edições em nome próprio, como Suenan las Campanas (2024), a música de Casellas e Gindri manifesta-se sem casa nem estilos musicais fixos, mas sempre com uma emergência cabal, à boleia de field recordings, instrumentos de cordas, sopros e vozes harmonizadas.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
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Depois de terem atuado na Piscina no passado mês de julho, Arianna Casellas (Melífluo) e Kauê Gindri estreiam-se no Estúdio Zero. Vindos de Caracas e Porto Alegre, respetivamente, encontraram na cidade do Porto um ponto de convergência e o berço para Montes, a dupla que formam juntos desde 2020. No ano seguinte, surgiu a estreia em disco pela mão da Lovers & Lollypops, com Vozes Antenas Fragas, um trabalho dividido em quatro partes contínuas ao longo de uma hora, que vai reproduzindo passagens voláteis, espontâneas e repletas de dualidades, cruzando todo um espetro temporal, espacial e de diferentes tradições culturais. Tendo também edições em nome próprio, como Suenan las Campanas (2024), a música de Casellas e Gindri manifesta-se sem casa nem estilos musicais fixos, mas sempre com uma emergência cabal, à boleia de field recordings, instrumentos de cordas, sopros e vozes harmonizadas.
alga, pseudónimo de Cláudia Simões, interessa-se por música sob uma perspetiva performática e emocional, levando o ouvinte numa caminhada sensorial e sobrenatural por uma paisagem sonora profundamente pessoal e evocativa. Com vozes espectrais, field recordings, improvisações e loop, cria um campo sonoro assombrado por espíritos, paciente e contemplativo, pejado de memórias e alusões nebulosas.
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