Numa qualquer escola, seis alunos aguardam a chegada de um novo professor. Preparam-se para fazer de tudo para o aterrorizar, tal como fizeram aos anteriores. Enquanto esperam, e para passar o tempo, o líder da turma convence os colegas a lecionarem, cada um deles, uma aula. Nessas lições, expõem-se as realidades familiares dos seis adolescentes, marcadas pela pobreza, violência e exclusão. Terão eles escolhido rejeitar a escola? Ou estará o sistema de educação construído para que eles a abandonem? Class Enemy, do britânico Nigel Williams, foi escrita no final dos anos 70, mas continua tão atual e instigante como no dia em que estreou. Num tempo em que as políticas de integração estão no centro do debate público, o encenador Manuel Tur propõe uma pertinente “reflexão sobre o papel da educação na origem das assimetrias sociais, comuns a diferentes tempos e lugares”.
Numa qualquer escola, seis alunos aguardam a chegada de um novo professor. Preparam-se para fazer de tudo para o aterrorizar, tal como fizeram aos anteriores. Enquanto esperam, e para passar o tempo, o líder da turma convence os colegas a lecionarem, cada um deles, uma aula. Nessas lições, expõem-se as realidades familiares dos seis adolescentes, marcadas pela pobreza, violência e exclusão. Terão eles escolhido rejeitar a escola? Ou estará o sistema de educação construído para que eles a abandonem? Class Enemy, do britânico Nigel Williams, foi escrita no final dos anos 70, mas continua tão atual e instigante como no dia em que estreou. Num tempo em que as políticas de integração estão no centro do debate público, o encenador Manuel Tur propõe uma pertinente “reflexão sobre o papel da educação na origem das assimetrias sociais, comuns a diferentes tempos e lugares”.