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![[Bibliotecas do Porto] O VOO DA ÁGUIA II: ANTÓNIO CARNEIRO E A LITERATURA](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/coac_0023-2.png?fit=fill&w=1400)
![[Bibliotecas do Porto] O VOO DA ÁGUIA II: ANTÓNIO CARNEIRO E A LITERATURA](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/coac_0023-2.png?fit=fill&w=1400)
"Após uma primeira exposição, em que se procurou mapear o inicio da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, de que se deram exemplos vários, desde a sua obra seminal, o tríptico «A vida – Esperança, Amor, Saudade», até às posteriores, em que essa estética se afirmou e consolidou, esta segunda parte procura perceber um outro eixo fundamental desta obra, encerrando o ciclo expositivo propiciado pela reabertura do Ateliê em 2024, numa iniciativa do Município do Porto e projeto de reabilitação do arquiteto Camilo Rebelo.
António Carneiro foi dos pintores portugueses que mais cedo evidenciou a capacidade de estabelecer diálogos profícuos com a literatura. Isso explicará a sua ligação ao Movimento d’A Renascença Portuguesa e à revista «A Águia», de que foi diretor, bem como as suas longas e profundas amizades com poetas e escritores. Uma linha de trabalho que haveria de encontrar, nas representações em torno de «Camões Lendo os Lusíadas aos Frades de São Domingos», o seu momento maior, também por serem estas obras referenciais maiores da Pintura de História, realizadas já no século XX.
Através da reunião dos estudos e de algumas das obras em torno de Camões, de retratos de escritores e de diálogos com Teixeira de Pascoaes, seu contemporâneo, ou com João Queiroz, artista também contemporâneo de Carneiro e cuja obra encontra relações com a do pintor, traça-se um itinerário crítico e visual capaz de demonstrar a importância e a atualidade de António Carneiro."
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"Após uma primeira exposição, em que se procurou mapear o inicio da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, de que se deram exemplos vários, desde a sua obra seminal, o tríptico «A vida – Esperança, Amor, Saudade», até às posteriores, em que essa estética se afirmou e consolidou, esta segunda parte procura perceber um outro eixo fundamental desta obra, encerrando o ciclo expositivo propiciado pela reabertura do Ateliê em 2024, numa iniciativa do Município do Porto e projeto de reabilitação do arquiteto Camilo Rebelo.
António Carneiro foi dos pintores portugueses que mais cedo evidenciou a capacidade de estabelecer diálogos profícuos com a literatura. Isso explicará a sua ligação ao Movimento d’A Renascença Portuguesa e à revista «A Águia», de que foi diretor, bem como as suas longas e profundas amizades com poetas e escritores. Uma linha de trabalho que haveria de encontrar, nas representações em torno de «Camões Lendo os Lusíadas aos Frades de São Domingos», o seu momento maior, também por serem estas obras referenciais maiores da Pintura de História, realizadas já no século XX.
Através da reunião dos estudos e de algumas das obras em torno de Camões, de retratos de escritores e de diálogos com Teixeira de Pascoaes, seu contemporâneo, ou com João Queiroz, artista também contemporâneo de Carneiro e cuja obra encontra relações com a do pintor, traça-se um itinerário crítico e visual capaz de demonstrar a importância e a atualidade de António Carneiro."
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