O trio internacional de Clara Lai (Espanha, teclados), Barbara Togander (Suécia/Argentina, gira-discos e voz) e João Valinho (Portugal, bateria) opera como um campo de exploração que busca criar música em plena espontaneidade contemporânea, nos meandros da cultura pop, experimental, eletrónica e jazz. Escreve Jesús Moreno: "um daqueles concertos que não deixam ninguém indiferente. Há quem encare tal proposta, difícil e ousada, afirmando que não a compreendem - mas não se trata de a entender ou não. Trata-se de nela mergulhar sim ou sim. Clara Lai, Barbara Togander e João Valinho, (...) uma verdadeira e refrescante primavera de sons. A improvisação é, claro, fundamental em tal proposta. Mas não menos é a beleza que emana de uma conjunção mágica entre os três artistas. Criadores capazes de criar um universo sonoro subjugador (...), pôde-se verificar o magnetismo que irradiava da sua conjunção (...) na qual criaram um magma em mudança, com passagens que vão do feérico ao fantasmagórico, da subtileza silenciosa ao caos mais fascinante. E assim é que, como disse André Breton, a beleza será convulsiva ou não será.
Barbara Togander - Voz e gira-discos Clara Lai - Teclado João Valinho- Bateria
O trio internacional de Clara Lai (Espanha, teclados), Barbara Togander (Suécia/Argentina, gira-discos e voz) e João Valinho (Portugal, bateria) opera como um campo de exploração que busca criar música em plena espontaneidade contemporânea, nos meandros da cultura pop, experimental, eletrónica e jazz. Escreve Jesús Moreno: "um daqueles concertos que não deixam ninguém indiferente. Há quem encare tal proposta, difícil e ousada, afirmando que não a compreendem - mas não se trata de a entender ou não. Trata-se de nela mergulhar sim ou sim. Clara Lai, Barbara Togander e João Valinho, (...) uma verdadeira e refrescante primavera de sons. A improvisação é, claro, fundamental em tal proposta. Mas não menos é a beleza que emana de uma conjunção mágica entre os três artistas. Criadores capazes de criar um universo sonoro subjugador (...), pôde-se verificar o magnetismo que irradiava da sua conjunção (...) na qual criaram um magma em mudança, com passagens que vão do feérico ao fantasmagórico, da subtileza silenciosa ao caos mais fascinante. E assim é que, como disse André Breton, a beleza será convulsiva ou não será.
Barbara Togander - Voz e gira-discos Clara Lai - Teclado João Valinho- Bateria