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![[Serralves] - Pedro Melo Alves - Triggering Memory](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/20220513-051-cred_veramarmelo.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - Pedro Melo Alves - Triggering Memory](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/20220513-051-cred_veramarmelo.jpg?fit=fill&w=1400)
Nesta performance site-specific de 60 minutos integrada na exposição "Vexation of Spirit. The Duerckheim Collection x Serralves", a bateria acústica apresenta-se como um sistema de contraponto político e estético. Em diálogo direto com as obras que habitam a galeria, marcadas por reflexões sobre memória, trauma e as estruturas de poder dos últimos 70 anos, a articulação percussiva aciona e molda em tempo real um arquivo sonoro de samples e discursos da cultura contemporânea.
Partindo do vocabulário da bateria acústica de Pedro Melo Alves, cada ataque e dinâmica funciona como um disparador para uma camada eletrónica paralela, desconstruindo fragmentos sonoros com carga sociopolítica. A acústica do instrumento serve de vetor para a emergência de vozes, ruídos e amostras do presente, criando uma arquitetura de som em constante metamorfose. Entre a improvisação rigorosa e o controlo tecnológico, a performance estabelece um diálogo vivo com as obras em redor, transformando a galeria num território de ressonância crítica, onde a memória histórica da arte contemporânea converge com as urgências do mundo atual.
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Nesta performance site-specific de 60 minutos integrada na exposição "Vexation of Spirit. The Duerckheim Collection x Serralves", a bateria acústica apresenta-se como um sistema de contraponto político e estético. Em diálogo direto com as obras que habitam a galeria, marcadas por reflexões sobre memória, trauma e as estruturas de poder dos últimos 70 anos, a articulação percussiva aciona e molda em tempo real um arquivo sonoro de samples e discursos da cultura contemporânea.
Partindo do vocabulário da bateria acústica de Pedro Melo Alves, cada ataque e dinâmica funciona como um disparador para uma camada eletrónica paralela, desconstruindo fragmentos sonoros com carga sociopolítica. A acústica do instrumento serve de vetor para a emergência de vozes, ruídos e amostras do presente, criando uma arquitetura de som em constante metamorfose. Entre a improvisação rigorosa e o controlo tecnológico, a performance estabelece um diálogo vivo com as obras em redor, transformando a galeria num território de ressonância crítica, onde a memória histórica da arte contemporânea converge com as urgências do mundo atual.
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