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[Serralves] - ARS AD HOC
ARS AD HOC
Obras de György Kurtág, José Manuel López López, Pedro Berardinelli e Chaya Czernowin
[Serralves] - ARS AD HOC

Prosseguindo nas comemorações do centenário de György Kurtág (1926), o ars ad hoc dá a escutar duas peças para violino solo e três trios de cordas daquele compositor húngaro, que no dia 19 de fevereiro há-de cumprir 100 anos de idade.

Depois de, há um ano, ter apresentado o Trio III [2008], de José Manuel López López (1956), em estreia portuguesa, os músicos do ensemble ars ad hoc recuam agora ao seu Quarteto de cordas nº 1 [2007], obra que partilha com o trio alguma matéria musical e, sobretudo, alguma expressão.

Estreada também há um ano, a [2025] foi a resposta do português Pedro Berardinelli (1983) a uma co-encomenda da Arte no Tempo, uma obra muito viva, escrita para quinteto pierrot, com a qual o compositor homenageia figuras que assumiram particular importância no seu percurso de aprendizagem (constante no álbum de estreia do ars ad hoc, lançado em outubro passado pela neper music).


A encerrar este concerto, dedicado à memória de António Oliveira (1953 - 2025), o sexteto fast darkness III: Moonwords [2022], de Chaya Czernowin (1957), é dado a escutar pela primeira vez em Portugal.


Programa:
György Kurtag (Lugoj, 1926)

Hommage à J. S. B

para violino solo


Perpetuum mobile [1987]

para violino solo


Virág – Zsigmondy Dénesnek [1994, rev. 2005]

para trio de cordas


Jelek VI [1995]

para trio de cordas


Hommage a Ránki György [1998]

para trio de cordas


José Manuel López López (Madrid, 1956)

Quarteto de cordas nº 1 [2007] 22′


Pedro Berardinelli (Viseu, 1985)

a [2024] ca 10’

para quinteto pierrot


Chaya Czernowin (Haifa, 1957)

fast darkness III: Moonwords [2022] ca 15′

para flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo e piano

[estreia nacional]


Ricardo Carvalho > flauta

Horácio Ferreira > clarinete

Diogo Coelho e Matilde Loureiro > violino

Francisco Lourenço > viola

Gonçalo Lélis > violoncelo

João Casimiro Almeida > piano

Diana Ferreira > direção artística e programação

Arte no Tempo > produção


A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes.

O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e Fundação “la Caixa”.


Este concerto integra-se no projecto “Pensar a Música Hoje”, beneficiário de um apoio à internacionalização da Direcção Geral das Artes, no âmbito do qual programadores de diferentes projectos de música contemporânea europeus se encontram em Portugal para conhecer o ars ad hoc e o Ensemble DME.

01
Feb
2026-02-01T18:00:00Z
2026-02-01T00:00:00Z
Serralves
18:00

+Cal

3,75–7,50€
R. de D. João de Castro, 210

More info

[Serralves] - ARS AD HOC
Concert

Prosseguindo nas comemorações do centenário de György Kurtág (1926), o ars ad hoc dá a escutar duas peças para violino solo e três trios de cordas daquele compositor húngaro, que no dia 19 de fevereiro há-de cumprir 100 anos de idade.

Depois de, há um ano, ter apresentado o Trio III [2008], de José Manuel López López (1956), em estreia portuguesa, os músicos do ensemble ars ad hoc recuam agora ao seu Quarteto de cordas nº 1 [2007], obra que partilha com o trio alguma matéria musical e, sobretudo, alguma expressão.

Estreada também há um ano, a [2025] foi a resposta do português Pedro Berardinelli (1983) a uma co-encomenda da Arte no Tempo, uma obra muito viva, escrita para quinteto pierrot, com a qual o compositor homenageia figuras que assumiram particular importância no seu percurso de aprendizagem (constante no álbum de estreia do ars ad hoc, lançado em outubro passado pela neper music).


A encerrar este concerto, dedicado à memória de António Oliveira (1953 - 2025), o sexteto fast darkness III: Moonwords [2022], de Chaya Czernowin (1957), é dado a escutar pela primeira vez em Portugal.


Programa:
György Kurtag (Lugoj, 1926)

Hommage à J. S. B

para violino solo


Perpetuum mobile [1987]

para violino solo


Virág – Zsigmondy Dénesnek [1994, rev. 2005]

para trio de cordas


Jelek VI [1995]

para trio de cordas


Hommage a Ránki György [1998]

para trio de cordas


José Manuel López López (Madrid, 1956)

Quarteto de cordas nº 1 [2007] 22′


Pedro Berardinelli (Viseu, 1985)

a [2024] ca 10’

para quinteto pierrot


Chaya Czernowin (Haifa, 1957)

fast darkness III: Moonwords [2022] ca 15′

para flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo e piano

[estreia nacional]


Ricardo Carvalho > flauta

Horácio Ferreira > clarinete

Diogo Coelho e Matilde Loureiro > violino

Francisco Lourenço > viola

Gonçalo Lélis > violoncelo

João Casimiro Almeida > piano

Diana Ferreira > direção artística e programação

Arte no Tempo > produção


A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes.

O ars ad hoc é um projecto apoiado pelo Banco BPI e Fundação “la Caixa”.


Este concerto integra-se no projecto “Pensar a Música Hoje”, beneficiário de um apoio à internacionalização da Direcção Geral das Artes, no âmbito do qual programadores de diferentes projectos de música contemporânea europeus se encontram em Portugal para conhecer o ars ad hoc e o Ensemble DME.

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