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No dia do aniversário de João Canijo (1957–2026), abrimos uma retrospetiva dedicada a um dos mais importantes cineastas portugueses contemporâneos. A sua obra distinguiu-se pelo rigor formal, pela intensidade emocional e pela atenção às complexas relações humanas, explorando conflitos familiares e sociais através de personagens de grande profundidade, especialmente femininas. Rita Blanco, Anabela Moreira, Cleia Almeida e Beatriz Batarda foram presenças regulares num cinema que procurou sempre revelar a complexidade da experiência humana.
Natural do Porto, estudou História no final da década de 70 antes de abandonar o curso para se dedicar ao cinema. Iniciou o seu percurso profissional como assistente de realização de cineastas como Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner e Werner Schroeter, experiências que marcaram profundamente a sua visão artística.
Estreou-se na longa-metragem em 1988 com Três Menos Eu, selecionado para o Festival de Cinema de Roterdão. Ao longo de mais de três décadas construiu uma filmografia notável, da qual se destacam Noite Escura (2004), Sangue do Meu Sangue (2011) e o díptico Mal Viver/Viver Mal (2023). Este último valeu-lhe o Urso de Prata no Festival de Berlim, um dos maiores reconhecimentos da sua carreira.
Através desta retrospetiva, revisitamos o percurso de um cineasta singular, apresentando alguns dos seus filmes mais marcantes e obras de realizadores que influenciaram o seu percurso artístico.
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No dia do aniversário de João Canijo (1957–2026), abrimos uma retrospetiva dedicada a um dos mais importantes cineastas portugueses contemporâneos. A sua obra distinguiu-se pelo rigor formal, pela intensidade emocional e pela atenção às complexas relações humanas, explorando conflitos familiares e sociais através de personagens de grande profundidade, especialmente femininas. Rita Blanco, Anabela Moreira, Cleia Almeida e Beatriz Batarda foram presenças regulares num cinema que procurou sempre revelar a complexidade da experiência humana.
Natural do Porto, estudou História no final da década de 70 antes de abandonar o curso para se dedicar ao cinema. Iniciou o seu percurso profissional como assistente de realização de cineastas como Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner e Werner Schroeter, experiências que marcaram profundamente a sua visão artística.
Estreou-se na longa-metragem em 1988 com Três Menos Eu, selecionado para o Festival de Cinema de Roterdão. Ao longo de mais de três décadas construiu uma filmografia notável, da qual se destacam Noite Escura (2004), Sangue do Meu Sangue (2011) e o díptico Mal Viver/Viver Mal (2023). Este último valeu-lhe o Urso de Prata no Festival de Berlim, um dos maiores reconhecimentos da sua carreira.
Através desta retrospetiva, revisitamos o percurso de um cineasta singular, apresentando alguns dos seus filmes mais marcantes e obras de realizadores que influenciaram o seu percurso artístico.
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