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Atlas, mapeamento poético desenha-se como um projeto coreográfico, partindo do texto poético, configurado como denúncia, manifesto, arma, desejo de sobrevivência ou confronto. Com origem num mapeamento da poesia do mundo enquanto manifesto simultaneamente humano e humanista, Atlas, mapeamento poético propõe o encontro entre a vivência da imigração em Portugal e o universo poético de diferentes lugares do mundo.
A nossa coexistência com a imigração em Portugal, num espaço de proximidade geográfica, representa-se maioritariamente como um espaço de distância e de desconhecimento que desejamos reduzir, aproximar. O processo de trabalho com os seis intérpretes desenvolver-se-á numa ligação estreita com o som, a gestualidade, o movimento e a palavra. — Joana Providência / Teatro do Bolhão
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Atlas, mapeamento poético desenha-se como um projeto coreográfico, partindo do texto poético, configurado como denúncia, manifesto, arma, desejo de sobrevivência ou confronto. Com origem num mapeamento da poesia do mundo enquanto manifesto simultaneamente humano e humanista, Atlas, mapeamento poético propõe o encontro entre a vivência da imigração em Portugal e o universo poético de diferentes lugares do mundo.
A nossa coexistência com a imigração em Portugal, num espaço de proximidade geográfica, representa-se maioritariamente como um espaço de distância e de desconhecimento que desejamos reduzir, aproximar. O processo de trabalho com os seis intérpretes desenvolver-se-á numa ligação estreita com o som, a gestualidade, o movimento e a palavra. — Joana Providência / Teatro do Bolhão
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