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"Sob as Luas de Álamo" é um projecto da beOMNI Expression, de Joana Moreira e Miguel Maduro-Dias, criado em homenagem ao escritor açoriano Álamo Oliveira.
O espectáculo não é uma biografia ilustrada, mas uma caminhada poética por Angra do Heroísmo, onde a cidade se torna corpo, memória e oficina da Palavra.
A partir de um percurso traçado por alguns dos poemas de Álamo Oliveira, a Palavra, o Vídeo, a Sonoplastia, a presença cénica e a Música cruzam-se numa viagem pela sua obra, dando especial atenção à sua forma de pensar a arte de ser poeta e aos lugares de Angra do Heroísmo que atravessam a sua escrita: ruas, edifícios, memórias, símbolos e paisagens afectivas.
"Sob as Luas de Álamo" não procura encerrar a obra do autor numa homenagem definitiva. Procura, antes, escutá-la de novo. Percorrer, com ela, alguns lugares de Angra e algumas imagens da arte de ser poeta.
Porque há escritores que deixam livros; e há escritores que deixam uma cidade inteira a falar por dentro das suas palavras.
Álamo Oliveira faleceu em 2025.
A sua voz permanece.
Conta com o apoio de: Governo dos Açores, Câmara Municipal da Praia da Vitória, Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, Casa dos Açores do Norte, Quinta do Espírito Santo, e Rádio Club de Angra.
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"Sob as Luas de Álamo" é um projecto da beOMNI Expression, de Joana Moreira e Miguel Maduro-Dias, criado em homenagem ao escritor açoriano Álamo Oliveira.
O espectáculo não é uma biografia ilustrada, mas uma caminhada poética por Angra do Heroísmo, onde a cidade se torna corpo, memória e oficina da Palavra.
A partir de um percurso traçado por alguns dos poemas de Álamo Oliveira, a Palavra, o Vídeo, a Sonoplastia, a presença cénica e a Música cruzam-se numa viagem pela sua obra, dando especial atenção à sua forma de pensar a arte de ser poeta e aos lugares de Angra do Heroísmo que atravessam a sua escrita: ruas, edifícios, memórias, símbolos e paisagens afectivas.
"Sob as Luas de Álamo" não procura encerrar a obra do autor numa homenagem definitiva. Procura, antes, escutá-la de novo. Percorrer, com ela, alguns lugares de Angra e algumas imagens da arte de ser poeta.
Porque há escritores que deixam livros; e há escritores que deixam uma cidade inteira a falar por dentro das suas palavras.
Álamo Oliveira faleceu em 2025.
A sua voz permanece.
Conta com o apoio de: Governo dos Açores, Câmara Municipal da Praia da Vitória, Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, Casa dos Açores do Norte, Quinta do Espírito Santo, e Rádio Club de Angra.
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