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Ricardo Jacinto é músico, artista visual e arquiteto. O seu trabalho explora as relações entre som, improvisação
e território através de práticas transdisciplinares. É membro fundador e atual diretor artístico da OSSO – Associação Cultural, tendo sido investigador de doutoramento no Sonic Arts Research Centre da Queen’s University Belfast (2014–2018). Com um interesse continuado em processos colaborativos e coletivos, desenvolve projetos desde 1998 com artistas, músicos, arquitetos e performers, apresentando o seu trabalho internacionalmente em exposições, concertos e performances. Enquanto violoncelista e compositor, é uma presença ativa na cena da música eletroacústica e improvisada, atuando regularmente em Portugal e Europa, tanto a solo como em diversas formações coletivas. Compôs música para cinema, dança e teatro, incluindo o filme “Légua”, de Filipa Reis e João Miller Guerra, e a ópera experimental “Dois Dias Para Além Do Tempo”, dirigida por Óscar Silva. O seu trabalho atual centra-se num projeto a solo para violoncelo, eletrónica e objetos ressonantes, integra o trio The Selva (com Gonçalo Almeida e Pedro Oliveira) e dirige formações como a MEDUSA Unit e a IOU [Incomplete Open Unit]. Ricardo Jacinto editou diversos álbuns e colaborou em muitos outros como músico convidado. A sua música está publicada pelas editoras Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources. O seu trabalho escultórico e instalativo integra várias coleções públicas e privadas, entre as quais a Fundação de Serralves, a CACE, a Caixa Geral de Depósitos, a Fundação Leal Rios e a Fundação António Cachola. Em colaboração com o arquiteto Pancho Guedes, representou Portugal na 10.ª Bienal de Arquitetura de Veneza (2006). O seu trabalho foi apresentado em instituições e espaços como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, MUDAM Luxembourg, Teatro Maria Matos, TBA, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 8, FRAC Lorraine (Metz), OK Centre (Linz) e Artissima (Turim). Em 2023, o CCB (Lisboa) apresentou um ciclo dedicado ao seu trabalho performativo, incluindo concertos e uma masterclass, e em 2024 foi artista convidado da Escola das Artes da UCP (Porto).
https://www.osso.pt/
Francisco Pedro Oliveira Interessado em etnografia portuguesa, fenomenos apotropaicos e conhecimentos vernaculares, desenvolve a sua prática navegando entre o folclore e a exploração sonora. Atraído por diferentes formas de linguagens explora nos seus trabalhos noções sincretistas de espiritualidade através de disciplinas diversas, articulando som, escultura, pintura, fotografia e instalação.
É artista multidisciplinar, licenciado em Artes Plásticas na FBAUP e pós-graduado em Multimédia, na área de Design de Som e Música Interativa na FEUP e mestrando em New Media Art na Universidade Católica Portugues. Nasceu em Santa Maria da Feira e está sediado no Porto, onde vive e trabalha. Integra projetos como Amuleto Apotropaico com Antonio Feiteira, as Edições Fera Felina com Diana Lucena, e o projeto curatorial Branda com Carlos Milhazes. Em 2018 editou pela sua cofundada Edições Fauve, On the Act Of Reminding, o seu primeiro disco em nome próprio. Desde 2016 participou em várias exposições, performances, instalações e peças sonoras em diversos locais e projectos como Centro Cultural Vila Flor, Museu dos Lóios, Galeria Municipal do Porto, Jardins Efémeros ou Kubik Gallery, participando também, em colaboração com a Mariana Vilanova, na edição de 2020 do Festival Semibreve.
https://franciscopedrooliveira.com/
reservas: hot@hotelier.com.pt
Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.
Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho. Os donativos são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade de quem possa e queira dar um pouco mais.
Mais info
Ricardo Jacinto é músico, artista visual e arquiteto. O seu trabalho explora as relações entre som, improvisação
e território através de práticas transdisciplinares. É membro fundador e atual diretor artístico da OSSO – Associação Cultural, tendo sido investigador de doutoramento no Sonic Arts Research Centre da Queen’s University Belfast (2014–2018). Com um interesse continuado em processos colaborativos e coletivos, desenvolve projetos desde 1998 com artistas, músicos, arquitetos e performers, apresentando o seu trabalho internacionalmente em exposições, concertos e performances. Enquanto violoncelista e compositor, é uma presença ativa na cena da música eletroacústica e improvisada, atuando regularmente em Portugal e Europa, tanto a solo como em diversas formações coletivas. Compôs música para cinema, dança e teatro, incluindo o filme “Légua”, de Filipa Reis e João Miller Guerra, e a ópera experimental “Dois Dias Para Além Do Tempo”, dirigida por Óscar Silva. O seu trabalho atual centra-se num projeto a solo para violoncelo, eletrónica e objetos ressonantes, integra o trio The Selva (com Gonçalo Almeida e Pedro Oliveira) e dirige formações como a MEDUSA Unit e a IOU [Incomplete Open Unit]. Ricardo Jacinto editou diversos álbuns e colaborou em muitos outros como músico convidado. A sua música está publicada pelas editoras Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources. O seu trabalho escultórico e instalativo integra várias coleções públicas e privadas, entre as quais a Fundação de Serralves, a CACE, a Caixa Geral de Depósitos, a Fundação Leal Rios e a Fundação António Cachola. Em colaboração com o arquiteto Pancho Guedes, representou Portugal na 10.ª Bienal de Arquitetura de Veneza (2006). O seu trabalho foi apresentado em instituições e espaços como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, MUDAM Luxembourg, Teatro Maria Matos, TBA, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 8, FRAC Lorraine (Metz), OK Centre (Linz) e Artissima (Turim). Em 2023, o CCB (Lisboa) apresentou um ciclo dedicado ao seu trabalho performativo, incluindo concertos e uma masterclass, e em 2024 foi artista convidado da Escola das Artes da UCP (Porto).
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Francisco Pedro Oliveira Interessado em etnografia portuguesa, fenomenos apotropaicos e conhecimentos vernaculares, desenvolve a sua prática navegando entre o folclore e a exploração sonora. Atraído por diferentes formas de linguagens explora nos seus trabalhos noções sincretistas de espiritualidade através de disciplinas diversas, articulando som, escultura, pintura, fotografia e instalação.
É artista multidisciplinar, licenciado em Artes Plásticas na FBAUP e pós-graduado em Multimédia, na área de Design de Som e Música Interativa na FEUP e mestrando em New Media Art na Universidade Católica Portugues. Nasceu em Santa Maria da Feira e está sediado no Porto, onde vive e trabalha. Integra projetos como Amuleto Apotropaico com Antonio Feiteira, as Edições Fera Felina com Diana Lucena, e o projeto curatorial Branda com Carlos Milhazes. Em 2018 editou pela sua cofundada Edições Fauve, On the Act Of Reminding, o seu primeiro disco em nome próprio. Desde 2016 participou em várias exposições, performances, instalações e peças sonoras em diversos locais e projectos como Centro Cultural Vila Flor, Museu dos Lóios, Galeria Municipal do Porto, Jardins Efémeros ou Kubik Gallery, participando também, em colaboração com a Mariana Vilanova, na edição de 2020 do Festival Semibreve.
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reservas: hot@hotelier.com.pt
Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.
Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho. Os donativos são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade de quem possa e queira dar um pouco mais.
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