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No dia 7 de novembro, Homem do Robe apresenta o seu próximo álbum "Ministério do Gesso".
Há quem faça música para contar histórias. O Homem do Robe decidiu criar um ministério.
Em Ministério do Gesso, o artista assume o cargo de Ministro e dirige uma instituição fictícia onde a burocracia substitui o bom senso, a autoridade convive com o absurdo e os comunicados oficiais são escritos em forma de música.
Cada canção funciona como um despacho. Cada concerto como uma sessão parlamentar onde o público é convocado a cumprir funções que nunca pediu. Entre relatórios financeiros incompreensíveis, conferências de imprensa improvisadas, departamentos de Aura Farming e decretos sem fundamento, o álbum constrói uma sátira ao poder através de uma linguagem muito própria, onde o quotidiano português, a cultura popular e o humor coexistem com música eletrónica de alta energia.
Mais do que um conceito visual, o Ministério do Gesso é um universo. Um organismo público imaginário que transforma procedimentos administrativos em entretenimento e onde tudo parece oficial, apesar de nada fazer verdadeiramente sentido.
Musicalmente, o disco percorre diferentes abordagens da electrónica, mantendo a identidade já característica do Homem do Robe: batidas rápidas, refrões memoráveis e letras que oscilam entre o surrealismo, a crítica social e o humor absurdo.
Ao vivo, o Ministro apresenta-se perante os cidadãos para comunicar novas medidas, divulgar ficheiros classificados e conduzir cerimónias onde dançar deixa de ser uma escolha para passar a ser um dever cívico.
O Ministério do Gesso não pretende resolver problemas.
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No dia 7 de novembro, Homem do Robe apresenta o seu próximo álbum "Ministério do Gesso".
Há quem faça música para contar histórias. O Homem do Robe decidiu criar um ministério.
Em Ministério do Gesso, o artista assume o cargo de Ministro e dirige uma instituição fictícia onde a burocracia substitui o bom senso, a autoridade convive com o absurdo e os comunicados oficiais são escritos em forma de música.
Cada canção funciona como um despacho. Cada concerto como uma sessão parlamentar onde o público é convocado a cumprir funções que nunca pediu. Entre relatórios financeiros incompreensíveis, conferências de imprensa improvisadas, departamentos de Aura Farming e decretos sem fundamento, o álbum constrói uma sátira ao poder através de uma linguagem muito própria, onde o quotidiano português, a cultura popular e o humor coexistem com música eletrónica de alta energia.
Mais do que um conceito visual, o Ministério do Gesso é um universo. Um organismo público imaginário que transforma procedimentos administrativos em entretenimento e onde tudo parece oficial, apesar de nada fazer verdadeiramente sentido.
Musicalmente, o disco percorre diferentes abordagens da electrónica, mantendo a identidade já característica do Homem do Robe: batidas rápidas, refrões memoráveis e letras que oscilam entre o surrealismo, a crítica social e o humor absurdo.
Ao vivo, o Ministro apresenta-se perante os cidadãos para comunicar novas medidas, divulgar ficheiros classificados e conduzir cerimónias onde dançar deixa de ser uma escolha para passar a ser um dever cívico.
O Ministério do Gesso não pretende resolver problemas.
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