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Não Há Condições, uma comédia de costumes que se propõe ser um contributo para elevar o chico-espertismo nacional à categoria de arte e porque não, ao seu reconhecimento, como património imaterial da humanidade.
SINOPSE
Num modesto apartamento residem Ekaterina, emigrante moldova, Alex, um marido desempregado (por convicção), Sandro, o filho desocupado (por filosofia de vida) e Tânia (determinada fura-vidas), que vende “réplicas originais” nas redes sociais.
As 24h de Ekaterina passam-se na correria constante entre a família disfuncional e um emprego precário de mulher da limpeza num pretensioso centro de arte contemporânea.
O frágil equilíbrio entre um mês demasiado prolongado e um curto ordenado quebra-se no dia em que a imponente obra de um conceituado artista plástico, um lavatório partido, é vandalizada.
Aberto rigoroso inquérito, Ekaterina é acusada de ter varrido os cacos e obrigada a frequentar um curso pós-laboral de sensibilização à arte contemporânea dirigido pelo pretensioso diretor Dr. Martim, acolitado pelo seu irmão gémeo Célio, segurança com um passado nebuloso.
Revoltado, o “pessoal menor” assume o comando e, depois do misterioso assassinato do seu diretor, devolve a instituição ao “povo”.
Entre manipulações e fraudes, o caos vai-se instalando, mas onde se adivinha o desastre, a habitual arte do desenrasque e o chico-espertismo nacionais transformam o vazio de ideias num enorme êxito, ao forjarem um protocolo com o MoMa de Nova Iorque para uma exposição neo-naif de arte popular portuguesa.
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Não Há Condições, uma comédia de costumes que se propõe ser um contributo para elevar o chico-espertismo nacional à categoria de arte e porque não, ao seu reconhecimento, como património imaterial da humanidade.
SINOPSE
Num modesto apartamento residem Ekaterina, emigrante moldova, Alex, um marido desempregado (por convicção), Sandro, o filho desocupado (por filosofia de vida) e Tânia (determinada fura-vidas), que vende “réplicas originais” nas redes sociais.
As 24h de Ekaterina passam-se na correria constante entre a família disfuncional e um emprego precário de mulher da limpeza num pretensioso centro de arte contemporânea.
O frágil equilíbrio entre um mês demasiado prolongado e um curto ordenado quebra-se no dia em que a imponente obra de um conceituado artista plástico, um lavatório partido, é vandalizada.
Aberto rigoroso inquérito, Ekaterina é acusada de ter varrido os cacos e obrigada a frequentar um curso pós-laboral de sensibilização à arte contemporânea dirigido pelo pretensioso diretor Dr. Martim, acolitado pelo seu irmão gémeo Célio, segurança com um passado nebuloso.
Revoltado, o “pessoal menor” assume o comando e, depois do misterioso assassinato do seu diretor, devolve a instituição ao “povo”.
Entre manipulações e fraudes, o caos vai-se instalando, mas onde se adivinha o desastre, a habitual arte do desenrasque e o chico-espertismo nacionais transformam o vazio de ideias num enorme êxito, ao forjarem um protocolo com o MoMa de Nova Iorque para uma exposição neo-naif de arte popular portuguesa.
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