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Laboratório Nómada: práticas de observação situada é uma exposição-performance transforma um ano de investigação e criação coletiva num espaço de arquivo, observação e imaginação sobre o território.
Desenvolvido com grupos de jovens e pessoas com deficiência em Amares, o projeto cruzou práticas artísticas, observação científica e experiências coletivas. Caminhadas, escutas, mapas, recolhas, percursos pela água e observações cósmicas deram origem a um arquivo poético-especulativo composto por sons, imagens, matérias, vestígios, narrativas e hipóteses sobre aquilo que nos rodeia.
Organizada em torno de três dimensões, terrestre, fluvial e cósmica, a investigação transforma pedras, plantas, sedimentos, corpos ou constelações em pontos de partida para imaginar outras relações com o território. Entre diferentes escalas, uma pedra pode tornar-se montanha, uma gota de água transformar-se em rio ou uma caminhada converter-se em cartografia.
O resultado assume a forma de uma Estação de Observação Cósmica, uma exposição-performance em permanente ativação que convida o público a explorar, interpretar e contemplar. Apresentada em Amares e no Porto, a criação estabelece uma relação entre dois contextos aparentemente distintos, o rural e o urbano, procurando revelar as continuidades, fricções e interdependências que os atravessam. Entre estas duas geografias, abre-se um campo comum de experimentação: um lugar onde a escala humana deixa de ser medida única e onde podemos imaginar outras formas de relação entre corpos, territórios, matérias e cosmos.
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Laboratório Nómada: práticas de observação situada é uma exposição-performance transforma um ano de investigação e criação coletiva num espaço de arquivo, observação e imaginação sobre o território.
Desenvolvido com grupos de jovens e pessoas com deficiência em Amares, o projeto cruzou práticas artísticas, observação científica e experiências coletivas. Caminhadas, escutas, mapas, recolhas, percursos pela água e observações cósmicas deram origem a um arquivo poético-especulativo composto por sons, imagens, matérias, vestígios, narrativas e hipóteses sobre aquilo que nos rodeia.
Organizada em torno de três dimensões, terrestre, fluvial e cósmica, a investigação transforma pedras, plantas, sedimentos, corpos ou constelações em pontos de partida para imaginar outras relações com o território. Entre diferentes escalas, uma pedra pode tornar-se montanha, uma gota de água transformar-se em rio ou uma caminhada converter-se em cartografia.
O resultado assume a forma de uma Estação de Observação Cósmica, uma exposição-performance em permanente ativação que convida o público a explorar, interpretar e contemplar. Apresentada em Amares e no Porto, a criação estabelece uma relação entre dois contextos aparentemente distintos, o rural e o urbano, procurando revelar as continuidades, fricções e interdependências que os atravessam. Entre estas duas geografias, abre-se um campo comum de experimentação: um lugar onde a escala humana deixa de ser medida única e onde podemos imaginar outras formas de relação entre corpos, territórios, matérias e cosmos.
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