PT


Lourenço Crespo e Leonardo Bindilatti afirmaram a singularidade dos Iguanas a partir de uma mescla de pop alternativa, psicadelismo lo-fi e pós-punk, com letras oscilando entre o confessional e o absurdo. Um som urbano, miscigenado e multicultural a que o último álbum, Mala Feita (2025),veio aportar novas caraterísticas. A banda está mais polida, mas também mais pontiaguda, triste e explosiva. Tem mais guitarra, mas mantém a dança. O que poderia caber no cânone de disco de fim de relação torna-se num épico com múltiplas personagens e narrativas, onde a ironia e a fantasia dos detalhes carregam mais verdade do que o relato puro.
Mais info
Lourenço Crespo e Leonardo Bindilatti afirmaram a singularidade dos Iguanas a partir de uma mescla de pop alternativa, psicadelismo lo-fi e pós-punk, com letras oscilando entre o confessional e o absurdo. Um som urbano, miscigenado e multicultural a que o último álbum, Mala Feita (2025),veio aportar novas caraterísticas. A banda está mais polida, mas também mais pontiaguda, triste e explosiva. Tem mais guitarra, mas mantém a dança. O que poderia caber no cânone de disco de fim de relação torna-se num épico com múltiplas personagens e narrativas, onde a ironia e a fantasia dos detalhes carregam mais verdade do que o relato puro.
Partilhar
FB
X
WA
LINK
Relacionados
Da secção