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Pintor, escultor, fotógrafo e cineasta, Manuel Casimiro desenvolve, desde a década de 1960, uma obra marcada pela experimentação e pela reflexão sobre a própria natureza da arte.
Em Identidade(s), Manuel Casimiro reúne pinturas inspiradas nas bandeiras nacionais de Portugal e do Brasil, que partem de símbolos reconhecíveis para lhes propor novas interpretações. Através da desconstrução dos elementos visuais das bandeiras e da sua reorganização pictórica, o artista questiona a ideia de identidade como uma realidade imutável, defendendo antes a sua abertura a diferentes perspetivas e significados.
Como definiu Jacques Derrida, a desconstrução consiste em questionar os significados estabelecidos, revelando as contradições e as interpretações alternativas que estes podem ocultar. Mais do que representar símbolos nacionais, estas pinturas convidam a uma observação ativa e a uma reflexão sobre a relação entre aquilo que vemos e aquilo que interpretamos.
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Pintor, escultor, fotógrafo e cineasta, Manuel Casimiro desenvolve, desde a década de 1960, uma obra marcada pela experimentação e pela reflexão sobre a própria natureza da arte.
Em Identidade(s), Manuel Casimiro reúne pinturas inspiradas nas bandeiras nacionais de Portugal e do Brasil, que partem de símbolos reconhecíveis para lhes propor novas interpretações. Através da desconstrução dos elementos visuais das bandeiras e da sua reorganização pictórica, o artista questiona a ideia de identidade como uma realidade imutável, defendendo antes a sua abertura a diferentes perspetivas e significados.
Como definiu Jacques Derrida, a desconstrução consiste em questionar os significados estabelecidos, revelando as contradições e as interpretações alternativas que estes podem ocultar. Mais do que representar símbolos nacionais, estas pinturas convidam a uma observação ativa e a uma reflexão sobre a relação entre aquilo que vemos e aquilo que interpretamos.
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