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Humberto continua a apresentar o álbum "Mau Teatro" e dia 17 de outubro apresenta-o pela primeira vez no Porto, no RCA - Rádioclube Agramonte. A primeira parte da noite é assegurada por Bar Aberto, o duo de Mariana Amaral e Matilde Rosellò.
“Mau Teatro” é o primeiro álbum de originais de Humberto, lançado a 15 de outubro de 2025 e editado numa parceria com a Omnichord em maio deste ano, foi considerado um dos Melhores Álbuns de 2025 por variadíssimas publicações e rádios nacionais. Em abril deste ano, Humberto foi distinguido com o Prémio Revelação atribuído pela Rádio Futura, numa celebração na Culturgest em Lisboa.
Bar Aberto
Tempos houve em que existia quem tivesse audácia de dizer que se ensaiassem, ainda poderiam vir a ser alguma coisa de jeito, mas aquilo que ouvimos no recém-lançado EP homónimo de estreia deita por terra essas bojardas categóricas. Canções planantes e plenamente sentidas no espírito e na pele, nascidas dos anseios e alegrias naturais das vivências de jovem adulta de Mariana Amaral e Matilde Roselló: harmonias vocais entre o sonho e a dor resignada, sob uma cama de acordes lânguidos, feitas de noites mal dormidas e dias marcados na vivência mundana.
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Humberto continua a apresentar o álbum "Mau Teatro" e dia 17 de outubro apresenta-o pela primeira vez no Porto, no RCA - Rádioclube Agramonte. A primeira parte da noite é assegurada por Bar Aberto, o duo de Mariana Amaral e Matilde Rosellò.
“Mau Teatro” é o primeiro álbum de originais de Humberto, lançado a 15 de outubro de 2025 e editado numa parceria com a Omnichord em maio deste ano, foi considerado um dos Melhores Álbuns de 2025 por variadíssimas publicações e rádios nacionais. Em abril deste ano, Humberto foi distinguido com o Prémio Revelação atribuído pela Rádio Futura, numa celebração na Culturgest em Lisboa.
Bar Aberto
Tempos houve em que existia quem tivesse audácia de dizer que se ensaiassem, ainda poderiam vir a ser alguma coisa de jeito, mas aquilo que ouvimos no recém-lançado EP homónimo de estreia deita por terra essas bojardas categóricas. Canções planantes e plenamente sentidas no espírito e na pele, nascidas dos anseios e alegrias naturais das vivências de jovem adulta de Mariana Amaral e Matilde Roselló: harmonias vocais entre o sonho e a dor resignada, sob uma cama de acordes lânguidos, feitas de noites mal dormidas e dias marcados na vivência mundana.
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