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GLÜLT é uma palavra inventada, sem significado fixo. Nasce de uma onomatopeia imaginada - algo a cair na água, talvez - e ecoa também Brüllt, o verbo alemão para “rugir”. Entre o impacto e o instinto, entre o som e o absurdo, ergue‑se o universo deste espetáculo.
Neste solo, Rui Paixão propõe-se a destilar a arte do palhaço até ao seu estado mais puro: um exercício depurado, estilizado e profundamente físico. Conduz o público por uma experiência assumidamente incoerente, onde a intensidade, a imaginação e a interação direta com os espectadores se tornam a porta de entrada para um território onde tudo pode acontecer.
A entrada é livre, mas é necessário fazer reserva através do email producaoexecutiva@aturma.pt.
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GLÜLT é uma palavra inventada, sem significado fixo. Nasce de uma onomatopeia imaginada - algo a cair na água, talvez - e ecoa também Brüllt, o verbo alemão para “rugir”. Entre o impacto e o instinto, entre o som e o absurdo, ergue‑se o universo deste espetáculo.
Neste solo, Rui Paixão propõe-se a destilar a arte do palhaço até ao seu estado mais puro: um exercício depurado, estilizado e profundamente físico. Conduz o público por uma experiência assumidamente incoerente, onde a intensidade, a imaginação e a interação direta com os espectadores se tornam a porta de entrada para um território onde tudo pode acontecer.
A entrada é livre, mas é necessário fazer reserva através do email producaoexecutiva@aturma.pt.
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