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fimp O Estado do Mundo (Quando Acordas)
© Guilherme Martins
O Estado do Mundo (Quando Acordas), da Formiga Atómica
fimp'26
fimp O Estado do Mundo (Quando Acordas)
© Guilherme Martins

Barrar o pão com manteiga ou juntar um cubo de gelo a um copo de limonada são gestos simples e sem impacto no planeta. Será mesmo assim? Até que ponto pequenas ações podem causar grandes consequências? A Formiga Atómica vem mostrar-nos O Estado do Mundo (Quando Acordas), uma reflexão sobre a crise climática, através da história de Edi, um rapaz de 8 anos que “todos os dias consome e descarta muitas coisas”. Em cena, e para contar a história, apenas um intérprete e uma montanha de objetos e utensílios quotidianos, cuja utilidade e efeito no ambiente quase nunca questionamos. O Estado do Mundo (Quando Acordas) é a primeira parte de um díptico que se completa com Terminal (O Estado do Mundo). “Num mundo desacertado, é preciso olhar para o passado e fazer com que tudo bata certo no futuro. O tempo está a contar.”

15
Out
2026
2026-10-15T15:00:00Z
2026-10-15T19:55:00Z
TeCA — Teatro Carlos Alberto

15h00: Sessão escolar, inclui interpretação em LGP

19h00: Público em geral, inclui interpretação em LGP

12€
6+
R. das Oliveiras, 43

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Evento de

fimp'26 - Festival Internacional de Marionetas do Porto
Famílias
Teatro
Língua Gestual Portuguesa

Barrar o pão com manteiga ou juntar um cubo de gelo a um copo de limonada são gestos simples e sem impacto no planeta. Será mesmo assim? Até que ponto pequenas ações podem causar grandes consequências? A Formiga Atómica vem mostrar-nos O Estado do Mundo (Quando Acordas), uma reflexão sobre a crise climática, através da história de Edi, um rapaz de 8 anos que “todos os dias consome e descarta muitas coisas”. Em cena, e para contar a história, apenas um intérprete e uma montanha de objetos e utensílios quotidianos, cuja utilidade e efeito no ambiente quase nunca questionamos. O Estado do Mundo (Quando Acordas) é a primeira parte de um díptico que se completa com Terminal (O Estado do Mundo). “Num mundo desacertado, é preciso olhar para o passado e fazer com que tudo bata certo no futuro. O tempo está a contar.”

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