ERMA, feminino de ermo. Neste espetáculo Erma veste o papel de uma menina marioneta que se encontra num lugar, entre passado, presente e futuro. Encontra-se em situações que não reconhece, não se lembra, deambula entre memórias e o confronto com objetos, seus únicos amigos. Assiste-se a uma viagem por um poema-visual que reflete sobre a solidão em tempos de guerra. Sob um fio condutor simples, onde a introdução de micronarrativas dadas pela voz interior da personagem e o percurso por um mapa onde pequenos encontros consigo mesma e com outras personagens lhe vão avivando a memória.
Com uma estética peculiar, onde permanecem as artes visuais e a reciclagem de materiais, apoiando a pesquisa de diferentes técnicas e escalas de manipulação e a sua relação com o corpo.
A criadora portuense Catarina Falcão, cujo percurso se tem cruzado com o fimp, traz-nos agora a sua mais recente criação.
ERMA, feminino de ermo. Neste espetáculo Erma veste o papel de uma menina marioneta que se encontra num lugar, entre passado, presente e futuro. Encontra-se em situações que não reconhece, não se lembra, deambula entre memórias e o confronto com objetos, seus únicos amigos. Assiste-se a uma viagem por um poema-visual que reflete sobre a solidão em tempos de guerra. Sob um fio condutor simples, onde a introdução de micronarrativas dadas pela voz interior da personagem e o percurso por um mapa onde pequenos encontros consigo mesma e com outras personagens lhe vão avivando a memória.
Com uma estética peculiar, onde permanecem as artes visuais e a reciclagem de materiais, apoiando a pesquisa de diferentes técnicas e escalas de manipulação e a sua relação com o corpo.
A criadora portuense Catarina Falcão, cujo percurso se tem cruzado com o fimp, traz-nos agora a sua mais recente criação.
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fimp'26 - Festival Internacional de Marionetas do Porto