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Nascido em Espinho, Ivo Teixeira constrói nesta exposição um território onde as obras encontram um renovado corpo, reconfigurando-se num espaço tão distinto daquele ou daqueles onde se movimentaram.
Corpus in loco propõe uma leitura de corpos no espaço e no tempo, num campo de encontros onde a metamorfose diferencia aquele corpo naquele espaço. Aqui, o corpo, não é fixo nem estável, é matéria em trânsito, suscetível à deriva, à relação e à mudança.
Nas colagens, o gesto de rasgar, colar e recompor imagens retiradas de contextos tão bem organizados, inscreve uma lógica de “re-integração”, de “re-configuração” e de “re-contextualização”. Fragmentos que se atraem e se reorganizam, não por semelhança, mas pela possibilidade de transformação mútua. O acaso torna-se aqui uma causa, uma força que permite que novos sentidos se constituam. Uma “re-memória”.
No tríptico, a linha negra cosida manualmente percorre a superfície como um traçado contínuo e instável, um percurso sem destino fixo. Essa linha não apenas une, mas tensiona, aproxima opostos, cria fricção, desenha um campo onde as afinidades emergem precisamente na diferença.
Re-definir, re-colocar, re-encontrar, re-construir e re-avivar”, é o movimento contínuo que as obras de Ivo Teixeira inscrevem.
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Nascido em Espinho, Ivo Teixeira constrói nesta exposição um território onde as obras encontram um renovado corpo, reconfigurando-se num espaço tão distinto daquele ou daqueles onde se movimentaram.
Corpus in loco propõe uma leitura de corpos no espaço e no tempo, num campo de encontros onde a metamorfose diferencia aquele corpo naquele espaço. Aqui, o corpo, não é fixo nem estável, é matéria em trânsito, suscetível à deriva, à relação e à mudança.
Nas colagens, o gesto de rasgar, colar e recompor imagens retiradas de contextos tão bem organizados, inscreve uma lógica de “re-integração”, de “re-configuração” e de “re-contextualização”. Fragmentos que se atraem e se reorganizam, não por semelhança, mas pela possibilidade de transformação mútua. O acaso torna-se aqui uma causa, uma força que permite que novos sentidos se constituam. Uma “re-memória”.
No tríptico, a linha negra cosida manualmente percorre a superfície como um traçado contínuo e instável, um percurso sem destino fixo. Essa linha não apenas une, mas tensiona, aproxima opostos, cria fricção, desenha um campo onde as afinidades emergem precisamente na diferença.
Re-definir, re-colocar, re-encontrar, re-construir e re-avivar”, é o movimento contínuo que as obras de Ivo Teixeira inscrevem.
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