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Corpo-Função
Inspirado em “Construção”, de Chico Buarque, música marcada pela censura durante a ditadura militar, a ideia retrata um corpo-máquina preso a uma rotina mecânica e a diferentes formas de censura. Ao questionar essa condição de engrenagem substituível, inicia um processo de emancipação em busca de seu próprio caminho.
Criação e Interpretação: Laryssa Bidurin
1(2)3
Três pessoas orbitam o mesmo desejo de união, mas nunca ao mesmo tempo. Quando duas se aproximam, a terceira torna-se excesso, ruído, ausência. Em 1(2)3, a tentativa de formar um coletivo revela um desequilíbrio constante: alguém fica sempre de fora. A luta instala-se — subtil, física, emocional — até que a repetição do conflito obriga à revelação essencial: a fragmentação nasce da recusa e não da diferença. No fim, percebem que só existindo como três é possível avançar.
Coreografia e Interpretação: Hugo Nascimento, Leonor Truta, Ricardo Santos
Ninho
Afonso Pinhel, Carolina Lopes, Gabriela Teixeira, Gonçalo Pereira, Renata Soares
O cérebro é como um ninho vasto, onde múltiplas ramificações se entrelaçam e coexistem. Vários galhos, formando uma arquitectura frágil em que todas as ligações são essenciais. Falhas, interrupções e zonas de silêncio afetam o conjunto, tornando o corpo o solo onde esta estrutura se materializa através de uma força colectiva baseada na interdependência e na presença partilhada.
Criação e Interpretação: Afonso Pinhel, Carolina Lopes, Gabriela Teixeira, Gonçalo Pereira, Renata Soares
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Corpo-Função
Inspirado em “Construção”, de Chico Buarque, música marcada pela censura durante a ditadura militar, a ideia retrata um corpo-máquina preso a uma rotina mecânica e a diferentes formas de censura. Ao questionar essa condição de engrenagem substituível, inicia um processo de emancipação em busca de seu próprio caminho.
Criação e Interpretação: Laryssa Bidurin
1(2)3
Três pessoas orbitam o mesmo desejo de união, mas nunca ao mesmo tempo. Quando duas se aproximam, a terceira torna-se excesso, ruído, ausência. Em 1(2)3, a tentativa de formar um coletivo revela um desequilíbrio constante: alguém fica sempre de fora. A luta instala-se — subtil, física, emocional — até que a repetição do conflito obriga à revelação essencial: a fragmentação nasce da recusa e não da diferença. No fim, percebem que só existindo como três é possível avançar.
Coreografia e Interpretação: Hugo Nascimento, Leonor Truta, Ricardo Santos
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O cérebro é como um ninho vasto, onde múltiplas ramificações se entrelaçam e coexistem. Vários galhos, formando uma arquitectura frágil em que todas as ligações são essenciais. Falhas, interrupções e zonas de silêncio afetam o conjunto, tornando o corpo o solo onde esta estrutura se materializa através de uma força colectiva baseada na interdependência e na presença partilhada.
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