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Uma força invisível
Este projeto é uma exploração do som como uma força poderosa e invisível. Através de uma combinação de instrumentos electrónicos, eletroacústicos e o gongo de vento.
O gongo de vento, um objeto percussivo suspenso, desempenha um papel crucial na criação de frequências e camadas sonoras. Este tipo de gongo produz uma onda sonora intensa e complexa, com tons harmónicos profundos e de longa duração. Estas vibrações sonoras têm um efeito imediato na actividade fisiológica, diminuindo a frequência respiratória e aumentando a libertação de substâncias químicas a nível do cérebro, como melatonina, endorfina e dopamina, que estão ligadas a uma sensação de expansão e clareza mental. Os gongos produzem tons que potenciam o equilibro holístico do nosso ser, influenciando-o a vários níveis: mental, emocional, físico e espiritual. A exploração de sons contínuos, densos e ritmos fragmentados contribui para a imersão física que acompanha a procura dessa estabilidade nas trocas entre o indivíduo e aquilo que o rodeia, mas reco- nhecendo a sua variabilidade conforme o sentido energético envolvente. Os instrumentos eletroacústicos, tocados com um arco de violino e outros objetos exploratórios, permitem a criação de paisagens sonoras enriquecidas harmónicamente e que interagem com as resso- nâncias do gongo, tecendo uma tapeçaria sonora complexa e envolvente. Os instrumentos electrónicos recorrem a técnicas que incluem sampling, síntese aditiva e manipulação de ressonâncias, proporcionando uma exploração também aprofundada das possibilidades sonoras. Este processo amplifica o espectro auditivo do projeto, permitindo uma interação dinâmica entre as diferentes camadas de som e intensificando as manifestações sonoras.
Miguel Pipa
Nascido em 1980, é artista plástico, músico e poeta.
Sempre demonstrou uma permanente inquietação face ao exterior que o circunda e uma constante curiosidade por aquilo que está por detrás das coisas.
Nele, nada é adquirido. Tudo o que lhe chega às mãos é questionado, desmontado e reprocessado.
Foi assim que começou a experimentar na área da música electrónica.
Investiga continuamente novas possibilidades sonoras que os instrumentos clássicos podem oferecer quando manipulados de forma alternativa ou constrói novos instrumentos a partir dos mais variados objectos do quotidiano. Ao longo da última década, seguindo os princípios do ecotropismo, tem vindo a criar em desenho um mundo de microorganismos mutantes interligados.
https://soundcloud.com/nuvemlab
Helder Luís
Nascido em 1973, é designer, artista multimédia, fotógrafo e músico.
Estudou design gráfico e tipografia, trabalhando desde 1996 com várias empresas e instituições. O seu trabalho de design gráfico foi exposto em múltiplas ocasiões e deu corpo a inúmeras publicações.
Como artista multimédia, desenvolveu criações individuais e coletivas, apresentando-as em Portugal e noutros países. Na música, participou também em projetos coletivos e a solo. Continua como músico experimental a compor e editar. Possui um mestrado de fotografia e cinema documental e vem publicando livros dentro da temática da cultura marítima. Este trabalho documental e fotográfico tem sido apresen- tado e exposto em vários locais, nos últimos anos.
https://soundcloud.com/helderluis
Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.
Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho.
Os donativos na sua totalidade, são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade
de quem possa e queira dar um pouco mais.
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Uma força invisível
Este projeto é uma exploração do som como uma força poderosa e invisível. Através de uma combinação de instrumentos electrónicos, eletroacústicos e o gongo de vento.
O gongo de vento, um objeto percussivo suspenso, desempenha um papel crucial na criação de frequências e camadas sonoras. Este tipo de gongo produz uma onda sonora intensa e complexa, com tons harmónicos profundos e de longa duração. Estas vibrações sonoras têm um efeito imediato na actividade fisiológica, diminuindo a frequência respiratória e aumentando a libertação de substâncias químicas a nível do cérebro, como melatonina, endorfina e dopamina, que estão ligadas a uma sensação de expansão e clareza mental. Os gongos produzem tons que potenciam o equilibro holístico do nosso ser, influenciando-o a vários níveis: mental, emocional, físico e espiritual. A exploração de sons contínuos, densos e ritmos fragmentados contribui para a imersão física que acompanha a procura dessa estabilidade nas trocas entre o indivíduo e aquilo que o rodeia, mas reco- nhecendo a sua variabilidade conforme o sentido energético envolvente. Os instrumentos eletroacústicos, tocados com um arco de violino e outros objetos exploratórios, permitem a criação de paisagens sonoras enriquecidas harmónicamente e que interagem com as resso- nâncias do gongo, tecendo uma tapeçaria sonora complexa e envolvente. Os instrumentos electrónicos recorrem a técnicas que incluem sampling, síntese aditiva e manipulação de ressonâncias, proporcionando uma exploração também aprofundada das possibilidades sonoras. Este processo amplifica o espectro auditivo do projeto, permitindo uma interação dinâmica entre as diferentes camadas de som e intensificando as manifestações sonoras.
Miguel Pipa
Nascido em 1980, é artista plástico, músico e poeta.
Sempre demonstrou uma permanente inquietação face ao exterior que o circunda e uma constante curiosidade por aquilo que está por detrás das coisas.
Nele, nada é adquirido. Tudo o que lhe chega às mãos é questionado, desmontado e reprocessado.
Foi assim que começou a experimentar na área da música electrónica.
Investiga continuamente novas possibilidades sonoras que os instrumentos clássicos podem oferecer quando manipulados de forma alternativa ou constrói novos instrumentos a partir dos mais variados objectos do quotidiano. Ao longo da última década, seguindo os princípios do ecotropismo, tem vindo a criar em desenho um mundo de microorganismos mutantes interligados.
https://soundcloud.com/nuvemlab
Helder Luís
Nascido em 1973, é designer, artista multimédia, fotógrafo e músico.
Estudou design gráfico e tipografia, trabalhando desde 1996 com várias empresas e instituições. O seu trabalho de design gráfico foi exposto em múltiplas ocasiões e deu corpo a inúmeras publicações.
Como artista multimédia, desenvolveu criações individuais e coletivas, apresentando-as em Portugal e noutros países. Na música, participou também em projetos coletivos e a solo. Continua como músico experimental a compor e editar. Possui um mestrado de fotografia e cinema documental e vem publicando livros dentro da temática da cultura marítima. Este trabalho documental e fotográfico tem sido apresen- tado e exposto em vários locais, nos últimos anos.
https://soundcloud.com/helderluis
Donativo para os músicos – 5 a 10 euros.
Para quem quiser, há jantar (vegano) – 7,50 euros.
Lotação limitada. Reserva aconselhada.
Os concertos no hotelier são promovidos pelos próprios artistas para divulgação do seu trabalho.
Os donativos na sua totalidade, são a única retribuição, pelo que se agradece a generosidade
de quem possa e queira dar um pouco mais.
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