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Responsáveis pela criação de um género que lhes é exclusivo, o “samba doido”, a partir da fusão entre jazz-funk e samba, os Azymuth são um caso de estudo de longevidade e, 50 anos após a sua formação, mantêm-se como uma das bandas mais influentes do Brasil. Único membro original ainda presente, Alex Malheiros encara a responsabilidade de preservar o legado musical do grupo como um dever espiritual, trazendo para este concerto o recente Marca Passo, primeiro álbum editado desde o falecimento do baterista fundador, Ivan “Mamão” Conti. Para lá das margens do jazz e do funk, os Azymuth inscreveram também a sua marca na música eletrónica, tendo colaborado com artistas como 4hero, Madlib e Jazzanova e visto temas seus remisturados por figuras como Theo Parrish, Ron Trent, Global Communication e Daniel Maunick.
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Responsáveis pela criação de um género que lhes é exclusivo, o “samba doido”, a partir da fusão entre jazz-funk e samba, os Azymuth são um caso de estudo de longevidade e, 50 anos após a sua formação, mantêm-se como uma das bandas mais influentes do Brasil. Único membro original ainda presente, Alex Malheiros encara a responsabilidade de preservar o legado musical do grupo como um dever espiritual, trazendo para este concerto o recente Marca Passo, primeiro álbum editado desde o falecimento do baterista fundador, Ivan “Mamão” Conti. Para lá das margens do jazz e do funk, os Azymuth inscreveram também a sua marca na música eletrónica, tendo colaborado com artistas como 4hero, Madlib e Jazzanova e visto temas seus remisturados por figuras como Theo Parrish, Ron Trent, Global Communication e Daniel Maunick.
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