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CASA existe entre duas formas de entender a casa: como estrutura e como espaço afetivo.
A arquitetura dá à casa a sua forma física, mas a habitação transforma-a em lugar. Através da presença, do encontro e da memória, uma estrutura nua começa a acumular significado.
Situada numa ruína quase-construída, CASA habita este estado de quase: um espaço já moldado pelo tempo e pela erosão, mas ainda aberto à possibilidade. Durante três dias, artista e público entram neste intervalo, deixando marcas e formando novas
relações com o espaço: afetivas, estruturais, ou ambas.
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CASA existe entre duas formas de entender a casa: como estrutura e como espaço afetivo.
A arquitetura dá à casa a sua forma física, mas a habitação transforma-a em lugar. Através da presença, do encontro e da memória, uma estrutura nua começa a acumular significado.
Situada numa ruína quase-construída, CASA habita este estado de quase: um espaço já moldado pelo tempo e pela erosão, mas ainda aberto à possibilidade. Durante três dias, artista e público entram neste intervalo, deixando marcas e formando novas
relações com o espaço: afetivas, estruturais, ou ambas.
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