PT

EN

[Bibliotecas do Porto] - UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — «MURALHA»
Uma Palavra e seus Discursos — Muralha
Conversa entre Joel Cleto e Andreia C. Faria, moderada por Nuno Camarneiro
[Bibliotecas do Porto] - UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — «MURALHA»

Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto dependurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma forma, uma alma de muralha.

Agustina Bessa-Luís


A cidade escreve-se com uma linha de pedra: para guardar, para separar, para afirmar. A Fernandina apertou o Porto com portas e postigos, medindo o medo e a ambição, o dentro e o fora. Hoje sobra em fragmentos – uma escada, um pano de muro, um vão discreto para o Douro – e ainda assim cumpre o essencial: lembrar que o Porto cresceu a defender-se, e a marcar o seu lugar.


Joel Cleto (Porto, 1965) é arqueólogo, historiador e divulgador de História e Património. Licenciado em História e mestre em Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, leciona no ISAG, na área do Turismo, e colabora com o Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes. Desde 2006 realiza, sem interrupção, programas semanais no Porto Canal dedicados à História e ao Património, destacando-se Caminhos da História, distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia. Autor de vários livros e de numerosos estudos, colabora com a revista O Tripeiro e integra o conselho editorial da revista História – Jornal de Notícias. Trabalhou na Câmara Municipal de Matosinhos (1987–2014), onde coordenou estruturas de arqueologia, cultura e museus e dirigiu o Museu da Quinta de Santiago. Foi distinguido pela Autarquia do Porto com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro e integra o Conselho Municipal de Cultura do Porto.

 

Andreia C. Faria (Porto, 1984) é uma das figuras mais relevantes da poesia portuguesa contemporânea. De haver relento (2008) é o primeiro livro de uma obra que explora o corpo, o desejo e a experiência contemporânea através de uma linguagem intensa e depurada. Premiada pelo Prémio Autores SPA e o Prémio Fundação Inês de Castro, o seu Canina (2022) recebeu o Prémio PEN Clube Português de Poesia e o Prémio Literário Casino da Póvoa.


Entrada gratuita mediante inscrição

20
Jun
2026-06-20T17:00:00Z
2026-06-20T18:30:00Z
Museu Guerra Junqueiro
17:00

+Cal

Free

R. de Dom Hugo 32

More info

[Bibliotecas do Porto] - UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — «MURALHA»
Free

Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto dependurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma forma, uma alma de muralha.

Agustina Bessa-Luís


A cidade escreve-se com uma linha de pedra: para guardar, para separar, para afirmar. A Fernandina apertou o Porto com portas e postigos, medindo o medo e a ambição, o dentro e o fora. Hoje sobra em fragmentos – uma escada, um pano de muro, um vão discreto para o Douro – e ainda assim cumpre o essencial: lembrar que o Porto cresceu a defender-se, e a marcar o seu lugar.


Joel Cleto (Porto, 1965) é arqueólogo, historiador e divulgador de História e Património. Licenciado em História e mestre em Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, leciona no ISAG, na área do Turismo, e colabora com o Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes. Desde 2006 realiza, sem interrupção, programas semanais no Porto Canal dedicados à História e ao Património, destacando-se Caminhos da História, distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia. Autor de vários livros e de numerosos estudos, colabora com a revista O Tripeiro e integra o conselho editorial da revista História – Jornal de Notícias. Trabalhou na Câmara Municipal de Matosinhos (1987–2014), onde coordenou estruturas de arqueologia, cultura e museus e dirigiu o Museu da Quinta de Santiago. Foi distinguido pela Autarquia do Porto com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro e integra o Conselho Municipal de Cultura do Porto.

 

Andreia C. Faria (Porto, 1984) é uma das figuras mais relevantes da poesia portuguesa contemporânea. De haver relento (2008) é o primeiro livro de uma obra que explora o corpo, o desejo e a experiência contemporânea através de uma linguagem intensa e depurada. Premiada pelo Prémio Autores SPA e o Prémio Fundação Inês de Castro, o seu Canina (2022) recebeu o Prémio PEN Clube Português de Poesia e o Prémio Literário Casino da Póvoa.


Entrada gratuita mediante inscrição

Share

LINK

Relacionados

From section

Talks
Fluxo. Objetos, Pessoas e Lugares
Lançamento do livro com a participação de Emílio Rui Vilar, Maria...
Talks

Free

Literature

Abrir janelas à pedrada
com Fernanda Fragateiro, Sofia Pinto Basto e Inês Grosso
[Serralves] - Conversa Abrir janelas à pedrada
Talks

Free

Talk

Conversa sobre Aires Mateus
com Eduardo Souto de Moura, Gonçalo Byrne e João Luís Carrilho da...
[Serralves] - CONVERSA Com Eduardo Souto de Moura, Gonçalo Byrne, João Luís Carrilho da Graça e moderação por António Choupina
Talks

Talk

The Book Club
Troca de livros e sessão de leitura silenciosa
Book Swap + Silent Reading Session
Talks

Free

Talk

Philosophy of the City – Ethical and Pol...
Lançamento do livro
Philosophy of the City
Talks

Free

Talk

Grande Paz, de Edward Bond
Leituras no Mosteiro
Grande Paz de Edward Bond
Talks

Free

Literature

Hora de Ponta
Tema: Jazz fusão
Hora de Ponta 20.05
Talks

Free

Listening

Reviralho em Conversa — Migrações
Mesa redonda com Rebeca Moradalizadeh e Joclécio Azevedo
Reviralho em Conversa Migrações
Talks

Free

Talk

18
May
20
May
2026
Pint Of Science
Festival que leva ciência a bares
Pint Of Science
Talks

Lecture

Resgate com Manuel Araújo
O Baú de Resgates — de 2005 a 2025
O Baú de Resgates — de 2005 a 2025
Talks

Free

Talk

[Bibliotecas do Porto] - UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — «MURALHA»
agenda-porto.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile