Ann Gentry é uma assistente social confrontada com um caso peculiar. Ela é destacada para acompanhar a família Wadsworth, composta por uma mãe autoritária, duas filhas adultas e um filho a quem todos chamam simplesmente "Baby". Baby é um homem adulto, no entanto dorme num berço, ainda usa fraldas e não fala nem anda, é apenas mantido pela família num estado de infância permanente. À medida que Ann se aproxima dele, o interesse profissional dá lugar a algo mais profundo, e a casa dos Wadsworth começa a revelar-se tão hostil quanto a premissa sugere.
Realizado por Ted Post ("Beneath the Planet of the Apes", "Magnum Force"), "The Baby" é uma das curiosidades mais desconcertantes do cinema americano dos anos 70. Um melodrama doméstico envolto numa lógica de um pesadelo, que nunca deixa de se levar a sério e guarda para o fim uma das reviravoltas mais bizarras daquele período.
Ann Gentry é uma assistente social confrontada com um caso peculiar. Ela é destacada para acompanhar a família Wadsworth, composta por uma mãe autoritária, duas filhas adultas e um filho a quem todos chamam simplesmente "Baby". Baby é um homem adulto, no entanto dorme num berço, ainda usa fraldas e não fala nem anda, é apenas mantido pela família num estado de infância permanente. À medida que Ann se aproxima dele, o interesse profissional dá lugar a algo mais profundo, e a casa dos Wadsworth começa a revelar-se tão hostil quanto a premissa sugere.
Realizado por Ted Post ("Beneath the Planet of the Apes", "Magnum Force"), "The Baby" é uma das curiosidades mais desconcertantes do cinema americano dos anos 70. Um melodrama doméstico envolto numa lógica de um pesadelo, que nunca deixa de se levar a sério e guarda para o fim uma das reviravoltas mais bizarras daquele período.