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Há coisas que não se dizem. Há gritos que se calam para dentro.
E há tapetes — muitos tapetes — onde se empurra o pó dos dias.
O espetáculo investiga o que deixamos por dizer, o que abafamos, o que fingimos não ver. Neste espaço-casa-palco, os tapetes tornam-se corpo, abrigo e armadilha. São o cenário e o segredo. Sob eles vivem as palavras engolidas, as vergonhas, os silêncios herdados, as pequenas tragédias domésticas.
Entre o trágico e o cómico, o espetáculo mistura confissão e absurdo, poesia e feira, Hamlet e freguesia. O “ser ou não ser” transforma-se em “esconder ou não esconder”. O “teatro morto”, de Peter Brook, reaparece aqui como um “teatro tapete”: bonito à superfície, mas cheio de bactérias por baixo.
Reservas e mais informações: raquel.rafael.atriz@gmail.com
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Há coisas que não se dizem. Há gritos que se calam para dentro.
E há tapetes — muitos tapetes — onde se empurra o pó dos dias.
O espetáculo investiga o que deixamos por dizer, o que abafamos, o que fingimos não ver. Neste espaço-casa-palco, os tapetes tornam-se corpo, abrigo e armadilha. São o cenário e o segredo. Sob eles vivem as palavras engolidas, as vergonhas, os silêncios herdados, as pequenas tragédias domésticas.
Entre o trágico e o cómico, o espetáculo mistura confissão e absurdo, poesia e feira, Hamlet e freguesia. O “ser ou não ser” transforma-se em “esconder ou não esconder”. O “teatro morto”, de Peter Brook, reaparece aqui como um “teatro tapete”: bonito à superfície, mas cheio de bactérias por baixo.
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