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Soylent Green (1973), de Richard Fleischer, regressa ao grande ecrã numa sessão integrada no ciclo "Futures Gone By", co-organizado com o grupo de investigação JRAAS (Faculdade de Letras da Universidade do Porto).
Filmado em 1973 e passado em 2022, o filme antecipou com inquietante precisão o colapso ecológico e a escassez alimentar. Nova Iorque é uma cidade sufocada pela superpopulação, onde a maioria sobrevive em condições miseráveis enquanto uma elite protegida consome os últimos recursos naturais. É neste cenário que o detective Thorn, interpretado por Charlton Heston, investiga o assassinato de um executivo e descobre um segredo que coloca em causa a ordem estabelecida.
Baseado no romance "Make Room! Make Room!" de Harry Harrison, o filme é também conhecido por ser o último trabalho do lendário ator Edward G. Robinson, que rodou as suas cenas enquanto lutava contra um cancro terminal, sem que o elenco ou a produção soubessem. A sua cena final com Heston, filmada poucos dias antes da sua morte, tem uma dimensão autobiográfica involuntária que permanece impossível de apagar.
A sessão conta com comentário inicial de Raquel Souza (CETAPS).
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Soylent Green (1973), de Richard Fleischer, regressa ao grande ecrã numa sessão integrada no ciclo "Futures Gone By", co-organizado com o grupo de investigação JRAAS (Faculdade de Letras da Universidade do Porto).
Filmado em 1973 e passado em 2022, o filme antecipou com inquietante precisão o colapso ecológico e a escassez alimentar. Nova Iorque é uma cidade sufocada pela superpopulação, onde a maioria sobrevive em condições miseráveis enquanto uma elite protegida consome os últimos recursos naturais. É neste cenário que o detective Thorn, interpretado por Charlton Heston, investiga o assassinato de um executivo e descobre um segredo que coloca em causa a ordem estabelecida.
Baseado no romance "Make Room! Make Room!" de Harry Harrison, o filme é também conhecido por ser o último trabalho do lendário ator Edward G. Robinson, que rodou as suas cenas enquanto lutava contra um cancro terminal, sem que o elenco ou a produção soubessem. A sua cena final com Heston, filmada poucos dias antes da sua morte, tem uma dimensão autobiográfica involuntária que permanece impossível de apagar.
A sessão conta com comentário inicial de Raquel Souza (CETAPS).
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