As obras surgem no espaço expositivo como fragmentos de uma caminhada marcada pelo deslocamento, pela escuta e pela construção de vínculos. Entre os núcleos apresentados destaca-se Rota Solitária, série de pequenas pinturas que evocam paisagens de uma viagem em curso, sugerindo vestígios de uma travessia ainda em escrita.
As obras surgem no espaço expositivo como fragmentos de uma caminhada marcada pelo deslocamento, pela escuta e pela construção de vínculos. Entre os núcleos apresentados destaca-se Rota Solitária, série de pequenas pinturas que evocam paisagens de uma viagem em curso, sugerindo vestígios de uma travessia ainda em escrita.