A oficina para famílias ‘Gerações Criativas: retratos de um ofício’ propõe uma viagem sensorial e prática tendo como inspiração o século XIX, um período de profundas transformações artísticas e sociais. O objetivo central é criar um diálogo entre as grandes obras de pintura e escultura académica daquele século e os saber-fazer dos ofícios tradicionais portugueses, como a renda de bilros, a olaria, a cestaria e o bordado.
Esta primeira oficina cruza uma pintura de interior com o ofício tradicional das rendilheiras. Pretende-se explorar a precisão e a atenção retratadas em cenas de interior, a partir da obra Interior – rapariga a fazer renda de bilros, de Sofia de Souza, com o tradicional ofício das rendas de bilros.
Os participantes serão convidados a analisar a obra que irá focar não só na estética, mas no retrato social que estas obras nos oferecem: quem eram as pessoas, qual o seu ambiente de trabalho, os seus gestos, as suas ferramentas e a dignidade do trabalho manual.
De seguida, o foco desloca-se da obra, ou pormenor da obra, para as mãos com oficina de experimentação sob orientação de Isabel Carneiro, da Escola de Rendas de Vila do Conde.
A oficina para famílias ‘Gerações Criativas: retratos de um ofício’ propõe uma viagem sensorial e prática tendo como inspiração o século XIX, um período de profundas transformações artísticas e sociais. O objetivo central é criar um diálogo entre as grandes obras de pintura e escultura académica daquele século e os saber-fazer dos ofícios tradicionais portugueses, como a renda de bilros, a olaria, a cestaria e o bordado.
Esta primeira oficina cruza uma pintura de interior com o ofício tradicional das rendilheiras. Pretende-se explorar a precisão e a atenção retratadas em cenas de interior, a partir da obra Interior – rapariga a fazer renda de bilros, de Sofia de Souza, com o tradicional ofício das rendas de bilros.
Os participantes serão convidados a analisar a obra que irá focar não só na estética, mas no retrato social que estas obras nos oferecem: quem eram as pessoas, qual o seu ambiente de trabalho, os seus gestos, as suas ferramentas e a dignidade do trabalho manual.
De seguida, o foco desloca-se da obra, ou pormenor da obra, para as mãos com oficina de experimentação sob orientação de Isabel Carneiro, da Escola de Rendas de Vila do Conde.