Margaux Oswald é uma pianista nascida em Genebra e atualmente radicada em Copenhaga. Toca piano desde os 5 anos de idade e dedica-se atualmente à arte da improvisação livre. Tem atraído a atenção internacional pelos seus concertos de piano solo desde o lançamento do seu álbum de estreia, «Dysphotic Zone», em 2022.
O seu trabalho suscita frequentemente respostas poéticas. A música aborda extremos: violência e fragilidade, luz e escuridão, intensidade e silêncio. Ela equilibra habilmente o íntimo, o lírico e o delicado com o vigoroso, o apaixonado e o extremo, tudo unido por um sentido inato de drama. O título do álbum refere-se à camada oceânica entre 200 e 1000 metros de profundidade. Nesta zona, a intensidade da luz dissipa-se rapidamente à medida que a profundidade aumenta. A quantidade de luz que penetra além dos 200 metros de profundidade é tão minúscula que a fotossíntese deixa de ser possível.
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"O primeiro Ensemble Timbuktu integra cinco músicos de diferentes gerações, todos eles com diferentes influências e experiências na área da música. São eles Francisco Brito (contrabaixo), Zé Cruz (guitarra eléctrica), António Carvalho (bateria), Duarte Ventura (vibrafone) e João Gato (saxofone alto). A seleção destes músicos foi feita com base na sua relação com a Timbuktu Records, onde já participaram em projectos editados quer como sideman, quer como líder. Todos aceitaram o desafio de desenvolver repertório a pensar na presente formação, sob uma direção musical conjunta, abraçando o atrito musical das suas ideias a fim de construir uma identidade sonora. Forma-se um clima propenso a um projecto desafiante que paralelamente conjuga elementos para um resultado único que irá ser apresentado pela primeira vez com um série de três concertos pelas cidades do Porto, Coimbra e Alcobaça."
Duarte Ventura - vibrafone João Gato - saxofone alto
Margaux Oswald é uma pianista nascida em Genebra e atualmente radicada em Copenhaga. Toca piano desde os 5 anos de idade e dedica-se atualmente à arte da improvisação livre. Tem atraído a atenção internacional pelos seus concertos de piano solo desde o lançamento do seu álbum de estreia, «Dysphotic Zone», em 2022.
O seu trabalho suscita frequentemente respostas poéticas. A música aborda extremos: violência e fragilidade, luz e escuridão, intensidade e silêncio. Ela equilibra habilmente o íntimo, o lírico e o delicado com o vigoroso, o apaixonado e o extremo, tudo unido por um sentido inato de drama. O título do álbum refere-se à camada oceânica entre 200 e 1000 metros de profundidade. Nesta zona, a intensidade da luz dissipa-se rapidamente à medida que a profundidade aumenta. A quantidade de luz que penetra além dos 200 metros de profundidade é tão minúscula que a fotossíntese deixa de ser possível.
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"O primeiro Ensemble Timbuktu integra cinco músicos de diferentes gerações, todos eles com diferentes influências e experiências na área da música. São eles Francisco Brito (contrabaixo), Zé Cruz (guitarra eléctrica), António Carvalho (bateria), Duarte Ventura (vibrafone) e João Gato (saxofone alto). A seleção destes músicos foi feita com base na sua relação com a Timbuktu Records, onde já participaram em projectos editados quer como sideman, quer como líder. Todos aceitaram o desafio de desenvolver repertório a pensar na presente formação, sob uma direção musical conjunta, abraçando o atrito musical das suas ideias a fim de construir uma identidade sonora. Forma-se um clima propenso a um projecto desafiante que paralelamente conjuga elementos para um resultado único que irá ser apresentado pela primeira vez com um série de três concertos pelas cidades do Porto, Coimbra e Alcobaça."
Duarte Ventura - vibrafone João Gato - saxofone alto