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As Leituras no Mosteiro estão de volta. De volta ao seu espaço habitual, a sala do Centro de Documentação, reaberta após as obras no Mosteiro de São Bento da Vitória. De volta à Dramaturgia Portuguesa Contemporânea. E de volta ao tema desta temporada, o repertório, neste caso acrescentando-lhe capítulos novos. Entre setembro e dezembro de 2026, quatro dramaturgos do nosso tempo vão partilhar com os leitores peças da sua autoria: João Luís Barreto Guimarães, poeta, tradutor, Prémio Pessoa (2022) e autor de Caravana, obra que o TNSJ acaba de editar na sua Coleção de textos dramáticos, e que em setembro sobe ao palco do Teatro São João; Sónia Baptista, artista que se move, com igual destreza, entre a dança, a performance, a música, o teatro, o vídeo e a escrita de poemas e textos para a cena; Lígia Soares, coreógrafa, performer e autora de diversas peças, entre as quais Cinderela, prémio Eurodram em 2018; e Sandro William Junqueira, romancista, ator, encenador, dramaturgo, fundador do grupo de teatro A Gaveta e diretor do PANOS – palcos novos palavras novas, do TNDM II. Em tempos, Eça de Queiroz declarou, com a sua proverbial ironia, que “toda a nossa literatura de teatro se reduz ao Frei Luís de Sousa”. Com estes e muitos outros dramaturgos contemporâneos que têm passado pelas Leituras no Mosteiro, facilmente conseguimos provar o contrário.
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As Leituras no Mosteiro estão de volta. De volta ao seu espaço habitual, a sala do Centro de Documentação, reaberta após as obras no Mosteiro de São Bento da Vitória. De volta à Dramaturgia Portuguesa Contemporânea. E de volta ao tema desta temporada, o repertório, neste caso acrescentando-lhe capítulos novos. Entre setembro e dezembro de 2026, quatro dramaturgos do nosso tempo vão partilhar com os leitores peças da sua autoria: João Luís Barreto Guimarães, poeta, tradutor, Prémio Pessoa (2022) e autor de Caravana, obra que o TNSJ acaba de editar na sua Coleção de textos dramáticos, e que em setembro sobe ao palco do Teatro São João; Sónia Baptista, artista que se move, com igual destreza, entre a dança, a performance, a música, o teatro, o vídeo e a escrita de poemas e textos para a cena; Lígia Soares, coreógrafa, performer e autora de diversas peças, entre as quais Cinderela, prémio Eurodram em 2018; e Sandro William Junqueira, romancista, ator, encenador, dramaturgo, fundador do grupo de teatro A Gaveta e diretor do PANOS – palcos novos palavras novas, do TNDM II. Em tempos, Eça de Queiroz declarou, com a sua proverbial ironia, que “toda a nossa literatura de teatro se reduz ao Frei Luís de Sousa”. Com estes e muitos outros dramaturgos contemporâneos que têm passado pelas Leituras no Mosteiro, facilmente conseguimos provar o contrário.
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