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Descritos por Robert Smith, dos The Cure, como uma banda que “num mundo melhor tocaria para muito mais pessoas”, os The Twilight Sad conquistaram um público devoto ao longo da última década pela força catártica das suas atuações e pela honestidade desarmante das suas canções. Originários de Kilsyth, Escócia, o núcleo criativo formado por James Graham (voz) e Andy MacFarlane (guitarra e produção) construiu uma discografia singular — cinco álbuns de estúdio — que vai do lirismo melancólico do aclamado Fourteen Autumns and Fifteen Winters (2007) ao clímax emocional de IT WON/T BE LIKE THIS ALL THE TIME (2019). Este último, editado pela Rock Action Records, selo dos Mogwai, consolidou o grupo como uma das mais expressivas formações britânicas da atualidade, misturando guitarras densas, sintetizadores hipnóticos e uma carga emocional rara. Em palco, os The Twilight Sad transformam a dor em comunhão. As atuações são descritas pela crítica como experiências de exorcismo coletivo — camadas sonoras intensas, batidas industriais e a voz vulnerável de Graham, ora um grito reprimido, ora sussurro de alívio. Como escreveu a Teoria Cultural, “The Twilight Sad transformam dor em arquitetura sonora, tristeza em catarse” . Com influências que vão de The Cure a The Smiths, Joy Division e Mogwai, a banda tem vindo a conquistar novos públicos, quer através dos seus concertos arrebatadores, quer da cumplicidade com artistas de renome — abrindo, inclusivamente, várias digressões para os próprios The Cure. Os The Twilight Sad regressam agora a Portugal para dois concertos imperdíveis, revisitando temas de toda a carreira e prometendo mais uma intensa celebração da melancolia que une banda e fãs.
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Descritos por Robert Smith, dos The Cure, como uma banda que “num mundo melhor tocaria para muito mais pessoas”, os The Twilight Sad conquistaram um público devoto ao longo da última década pela força catártica das suas atuações e pela honestidade desarmante das suas canções. Originários de Kilsyth, Escócia, o núcleo criativo formado por James Graham (voz) e Andy MacFarlane (guitarra e produção) construiu uma discografia singular — cinco álbuns de estúdio — que vai do lirismo melancólico do aclamado Fourteen Autumns and Fifteen Winters (2007) ao clímax emocional de IT WON/T BE LIKE THIS ALL THE TIME (2019). Este último, editado pela Rock Action Records, selo dos Mogwai, consolidou o grupo como uma das mais expressivas formações britânicas da atualidade, misturando guitarras densas, sintetizadores hipnóticos e uma carga emocional rara. Em palco, os The Twilight Sad transformam a dor em comunhão. As atuações são descritas pela crítica como experiências de exorcismo coletivo — camadas sonoras intensas, batidas industriais e a voz vulnerável de Graham, ora um grito reprimido, ora sussurro de alívio. Como escreveu a Teoria Cultural, “The Twilight Sad transformam dor em arquitetura sonora, tristeza em catarse” . Com influências que vão de The Cure a The Smiths, Joy Division e Mogwai, a banda tem vindo a conquistar novos públicos, quer através dos seus concertos arrebatadores, quer da cumplicidade com artistas de renome — abrindo, inclusivamente, várias digressões para os próprios The Cure. Os The Twilight Sad regressam agora a Portugal para dois concertos imperdíveis, revisitando temas de toda a carreira e prometendo mais uma intensa celebração da melancolia que une banda e fãs.
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