Em outubro, o Museu Romântico volta a ser palco de um ciclo de recitais que celebra a música de câmara e o grande repertório clássico, reunindo intérpretes de reconhecido percurso nacional e internacional.
Ao longo de quatro sábados, diferentes formações e universos sonoros conduzem o público por algumas das páginas mais marcantes da literatura musical, num percurso que cruza a expressividade romântica, a riqueza da tradição francesa e a intensidade de obras incontornáveis do repertório europeu.
O ciclo abre com o Quarteto do Porto e o guitarrista Francisco Berény, seguindo-se o duo formado pela violinista Chloé Kiffer e pelo pianista Alexandre Moutouzkine. O piano assume depois o centro do palco num recital a solo de Lei Meng, antes do encerramento, dedicado ao repertório para violino e piano, com António Francisco Ferreira e Bernardo Soares.
Quatro recitais, quatro encontros com músicos de diferentes gerações e percursos artísticos, unidos pela excelência interpretativa e pelo diálogo próximo entre intérpretes, repertório e público, num espaço de singular beleza e intimidade.
Em outubro, o Museu Romântico volta a ser palco de um ciclo de recitais que celebra a música de câmara e o grande repertório clássico, reunindo intérpretes de reconhecido percurso nacional e internacional.
Ao longo de quatro sábados, diferentes formações e universos sonoros conduzem o público por algumas das páginas mais marcantes da literatura musical, num percurso que cruza a expressividade romântica, a riqueza da tradição francesa e a intensidade de obras incontornáveis do repertório europeu.
O ciclo abre com o Quarteto do Porto e o guitarrista Francisco Berény, seguindo-se o duo formado pela violinista Chloé Kiffer e pelo pianista Alexandre Moutouzkine. O piano assume depois o centro do palco num recital a solo de Lei Meng, antes do encerramento, dedicado ao repertório para violino e piano, com António Francisco Ferreira e Bernardo Soares.
Quatro recitais, quatro encontros com músicos de diferentes gerações e percursos artísticos, unidos pela excelência interpretativa e pelo diálogo próximo entre intérpretes, repertório e público, num espaço de singular beleza e intimidade.